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Reforma Tributária

  • Em nota, a ex-presidenta da República rebate ‘Valor Econômico’, que citou na edição de segunda-feira o temor do ‘risco Dilma’ soprado por fontes do setor financeiro para criticar gastos sociais e defender a manutenção de Paulo Guedes. “Defendem com unhas e dentes a manutenção do ministro da Economia enquanto ele deixá-los livres da tributação de suas fortunas, garantir que seus dividendos continuem intocados e, enfim, que seus ganhos de capital sejam assegurados”, aponta
  • Ministro da Economia joga para platéia, armando proposta para sangrar o bolso do trabalhador com mais taxas e tributos, enquanto poupa empresários e banqueiros. Auditores fiscais defendem que reforma tributária precisa cobrar dos mais ricos, inclusive sobre o patrimônio. PT quer imposto sobre grandes fortunas
  • Em artigo, Jaques Wagner defende uma reforma tributária que permita a redução das desigualdades sociais com um imposto que permita a taxação de grandes fortunas. “Nenhuma democracia saudável convive com tanta exclusão e miséria. E o aumento da pobreza e da concentração de renda, provocados pela desastrosa visão de mundo que hoje habita o poder”, aponta o senador
  • Em artigo, o ex-prefeito de São Paulo diz que o Congresso deve desconsiderar a reforma tributária proposta pelo governo, assim como fez com a proposta do Fundeb. “A proposta do governo aumenta a carga tributária para resolver o seu problema fiscal com a criação de uma contribuição de valor adicionado (“IVA” federal + CPMF) à custa dos mais pobres”, aponta
  • A proposta apresentada pelo ministro cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), e unifica PIS e Cofins com uma alíquota de 12% sobre o consumo. Prestadores de serviços passarão a pagar 12%, em vez dos atuais 3,65% que já pesam no bolso do consumidor. Porém, bancos, instituições financeiras e seguradoras manterão a alíquota em 5,8%, denuncia o deputado Zeca Dirceu (PT-PR)
  • Proposta apresentada ao Congresso Nacional reduz pela metade alíquota a ser paga por entidades financeiras como bancos, planos de saúde e seguradoras. Carga tributária sobre essas instituições, as mais privilegiadas na crise do coronavírus, não é explicitada pelo governo
  • A crise sanitária conduzida por Guedes e Bolsonaro aprofunda queda da economia, amplia desigualdade, derruba renda e dificulta vida dos pequenos empresários. Mas bancos continuam ganhando muito: lucro do Santander chegou a R$ 3,8 bilhões. E a instituição não tem pudor em fazer a demissão de trabalhadores