Bolsa Família: um passo em direção à Renda Básica Universal, por Eduardo Suplicy
Implementação segue firme no horizonte do presidente Lula, que tem um compromisso histórico com o combate à fome, à pobreza e à desigualdade

Implementação segue firme no horizonte do presidente Lula, que tem um compromisso histórico com o combate à fome, à pobreza e à desigualdade
Ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no governo Dilma, a economista adverte em live ao ‘Valor Econômico’ que a crise social vai se aprofundar e que a situação é dramática. “Não é o Brasil de 2014, com taxa de desemprego de 6%. Estamos falando de outro Brasil, e muito pior, diga-se”, ressalta
Enquanto Bolsonaro adia o debate do projeto de renda básica, PT reitera que a saída para diminuir a desigualdade é o Mais Bolsa Família. Programa aperfeiçoa a proposta original de Lula e Dilma e garante renda básica a mais de 30 milhões de pessoas. “Será custeado pela taxação dos bilionários que ganharam ainda mais na pandemia”, diz Gleisi
Reformulação do programa vira projeto de lei e eleva benefício de R$ 78 para R$ 300, alcançando famílias brasileiras com renda de até R$ 600 por pessoa. Partido quer transformar atual programa em instrumento ainda mais eficaz para redução da desigualdade social, assegurando renda às camadas mais vulneráveis da população brasileira
PT propõe ‘turbinar’ o programa social brasileiro que é exemplo para o mundo. Mais Bolsa Família passaria a atender todas as famílias com renda mensal por pessoa de até 600 reais. “Nossa proposta é tributar os mais ricos. Taxar lucros e dividendos, taxar grandes fortunas”, explica a ex-ministra do Desenvolvimento Social à ‘Carta Capital’
Brasil ganha uma oportunidade para assegurar transição mais suave no pós-pandemia, depois da trágica política econômica de Paulo Guedes. Depois de arrocho de salários e desemprego, renda básica deve virar política permanente, com investimento social fora da absurda Lei do Teto de Gastos
Ex-ministra do Desenvolvimento Social, a economista Tereza Campello alerta que fim do auxílio emergencial em setembro vai fragilizar amplas camadas da população brasileira, com mais de 40 milhões sem renda. Para evitar o desastre, PT propõe Mais Bolsa Família, um novo programa de renda básica para o pós-pandemia para atender aos trabalhadores
Proposta eleva a linha da pobreza no país R$ 600 e tem como objetivo transferir renda aos trabalhadores autônomos hoje em situação de vulnerabilidade por causa da crise sanitária. Fim do auxílio emergencial pode agravar a crise social e colocar 40 milhões em situação de miséria
Proposta será apresentada nesta sexta-feira, 24 de julho pela ex-ministra Tereza Campello ao Diretório Nacional e vai virar projeto de lei no Congresso. “Para tratar de renda básica, a melhor política pública a ser incrementada é aquela reconhecida e elogiada pela ONU: o Bolsa Família”, aponta a economista. Reunião será aberta à imprensa e pode ser acompanhada pelo canal do PT no YouTube
O jogo cínico da velha mídia oligopolizada é manter apoio à agenda neoliberal de Paulo Guedes, fazendo cortina de fumaça para a boiada do neoliberalismo. Enquanto sorri para o ‘austericídio’, faz pouco caso da inteligência do leitor ao comparar o que não tem decência nem nunca terá. Lula não é o populista líder da extrema-direita que jogou o Brasil no abismo
Para o pré-candidato do PT à prefeitura paulistana, a ciência está sendo colocada de lado, os governantes têm que agir conforme as autoridades sanitárias.
Surpreendido em pleno processo de destruição do SUS e de programas como o Bolsa Família, governo Bolsonaro bate cabeça para pagar renda emergencial
“O governo fica falando em bilhões e a população fica achando que aquilo já aconteceu”, alerta o governador Wellington Dias (PT), do Piauí. Ele denuncia que o governo pratica “economia irresponsável” na crise