Área PT
Posts arquivados em

Tereza Campello

  • A destruição do SUAS e do Cadúnico já avançava a passos largos, segundo Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no Governo Dilma. “O governo Bolsonaro em 2020 cortou 67% dos recursos de serviços socioassistenciais do SUAS, desidratou os valores repassados aos Estados e Municípios para a gestão do cadastro, e aproveitou o App do Auxílio Emergencial para sucatear o Cadastro e usar um sistema paralelo”, denuncia. ” A gestão Bolsonaro vem negociando com Big Techs, como Google e Facebook, para que se tornem os gestores deste novo sistema/aplicativo desumanizado”, alerta
  • Sem conseguir mostrar de onde tiraria dinheiro para implantar o programa substituto do Bolsa Família, Planalto consegue a proeza de piorar o que já está ruim. Renda Cidadã deve cortar beneficiados para caber no Orçamento. PT propõe Mais Bolsa Família, financiado com taxação dos super-ricos e que atenderia a 30 milhões de famílias. José Graziano, ex-diretor da FAO, denuncia ao ‘Tutameia’ que a fome pode atingir 40 milhões de pessoas no país, a partir de 2021
  • De acordo com IBGE, entre 2017 e 2018 – depois do impeachment fraudulento que afastou Dilma – 10,3 milhões de brasileiros passaram privação de alimentos. Isso representa 5% da população brasileira. Governos Temer e Bolsonaro têm a marca do aumento da desigualdade e da miséria no país
  • Nova versão do programa criado por Lula eleva benefício para R$ 600 e bancada petista propõe incluir 30 milhões de pessoas entre beneficiários. Legenda diz que Bolsonaro abandona o povo com o fim do auxílio emergencial de R$ 600 a partir de janeiro e alerta que omissão do governo vai aumentar a desigualdade social no país. “A verdade é uma só, Bolsonaro vai acabar com o auxílio emergencial e não vai colocar nada no lugar”, alerta Tereza Campello. Enquanto isso, a crise grita: OCDE prevê queda de 6,5% na economia em 2020
  • Reformulação do programa vira projeto de lei e eleva benefício de R$ 78 para R$ 300, alcançando famílias brasileiras com renda de até R$ 600 por pessoa. Partido quer transformar atual programa em instrumento ainda mais eficaz para redução da desigualdade social, assegurando renda às camadas mais vulneráveis da população brasileira