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Bolsonaro massacra trabalhador com reajuste do salário mínimo de R$ 43

Bolsonaro massacra trabalhador com reajuste do salário mínimo de R$ 43

Congresso aprovou nesta quarta-feira (16) Projeto da LDO de 2021 com salário mínimo de R$ 1.088. Este será o terceiro ano consecutivo em que o piso será reajustado sem ganho real. Em 2019, Bolsonaro extinguiu de vez a política de valorização implantada nos governos do PT. Para o Dieese, o valor proposto pelo Executivo é menos de um quarto do necessário para uma família de quatro pessoas

Inflação de alimentos segue arrochando os mais pobres

Inflação de alimentos segue arrochando os mais pobres

Ipea avalia que inflação acumulada este ano para as pessoas com renda mais baixa foi quase três vezes maior que para as de renda mais alta. Bandeira tarifária vermelha nas contas de luz pressiona ainda mais as famílias. Deputado federal José Ricardo entra com representação no MPF para barrar o aumento

14 milhões de desempregados. E Guedes volta a defender mais flexibilização das leis trabalhistas

14 milhões de desempregados. E Guedes volta a defender mais flexibilização das leis trabalhistas

Indiferente à realidade, ministro da Economia embarca na falácia de que Brasil precisa de empregos sem a proteção da CLT. Após três anos da reforma trabalhista aprovada por Temer na Câmara dos Deputados, sob Rodrigo Maia, país tem 40 milhões de trabalhadores na informalidade e 50 milhões de pobres. A desigualdade só cresceu desde o Golpe de 2016, mas governo Bolsonaro ameaça com menos direitos trabalhistas como forma de reativar a economia

Desemprego acima de tudo, Bolsonaro arrebenta com todos. O país sofre na mão do Planalto

Desemprego acima de tudo, Bolsonaro arrebenta com todos. O país sofre na mão do Planalto

Presidente mantém uma política de destruição do mundo do trabalho, na contramão de outras nações do planeta. O descalabro do seu governo acumula perdas de postos de emprego acima da média de outras nações que sofreram com o Covid-19. Paulo Guedes conseguiu a proeza de produzir em dois anos mais de 15 milhões de desempregados, mostrando compromisso apenas com os ricos. Enquanto isso, a desigualdade avança e o Brasil ganha posições entre as nações mais desiguais do mundo, perdendo apenas para Botswana

Mulheres são as mais afetadas com a perda de empregos formais na pandemia

Mulheres são as mais afetadas com a perda de empregos formais na pandemia

Entre março e setembro, o saldo entre contratados e demitidos com carteira assinada foi negativo em 897,2 mil vagas, dos quais 588,5 mil eram de mulheres. “Mais do que nunca, as políticas de retomada econômica do País e de geração de emprego e renda devem levar em conta a vida das mulheres e de suas famílias", afirma a deputada federal e candidata a prefeitura de Recife, Marília Arraes