Em 20 anos de PT, Vitória da Conquista avançou em saúde e educação

De cenário caótico para rede estruturada de ensino e de saúde: veja a transformação na cidade baiana após 5 gestões de modo petista

Candidato de Vitória da Conquista, Zé Raimundo (PT)

Desde 1997, quando o PT entrou na prefeitura em Vitória da Conquista (BA), muita coisa mudou. Em todas as áreas, a evolução foi nítida. Não à toa, desde então o partido não perdeu nenhuma eleição na cidade.

Este ano, o candidato Zé Raimundo quer tornar-se prefeito para dar “continuidade, sem continuísmo”, seguindo a administração de Guilherme Menezes (PT).

“Consolidamos toda a estrutura social, com saúde, educação e assistência social”, afirma o candidato, que já foi prefeito da cidade entre 2002 e 2008.

Abaixo, elencamos as principais conquistas da cidade nas áreas de saúde e educação durante os quase 20 anos de administrações do PT na cidade:

Saúde

Antes do PT começar a atuar em Vitória da Conquista, a situação da saúde era caótica. A cidade tinha apenas seis unidades de saúde e oito médicos, com carga de apenas 20 horas semanais – nem sempre cumpridas. A população da zona rural praticamente não tinha assistência.

Não existia Vigilância Sanitária e a Epidemiológica funcionava precariamente. O Conselho Municipal de Saúde estava desativado. Havia débitos com os fornecedores, prestadores de serviços, dívidas de impostos, encargos sociais que não vinham sendo depositados.

Após 5 gestões do PT, a situação é outra. O sistema de saúde passou por uma reestruturação, consolidando as três esferas de atendimento: primária, secundária e terciária. A zona rural, que antes quase não recebia atendimento recebeu 17 unidades de saúde e 76 postos. Na zona urbana, são 23 unidades.

Além disso, são 44 equipes de saúde da família. No atendimento secundário, foi  implementada uma rede de assistência, com imunização, vigilância sanitária, a Farmácia da Família, Caps, entre outros serviços. Já no atendimento especializado, a cidade dispõe de um hospital, além de pronto-socorro e a rede Samu, com mais de 300 médicos atendendo em 32 especialidades.

Os recursos do SUS passaram de R$167.593,37 em 1997 para R$2.053.416,70 em 1998.

 

Educação

Na educação, os números também são gritantes. Em 1996, 9,6 mil crianças e adolescentes estavam fora da escola. Hoje, há uma folga de 11 mil vagas, ou seja: o déficit foi completamente solucionado e há mais vagas que matrículas. O número de crianças matriculadas passou de 30, 6 mil para 42 mil.

Além disso, as escolas estavam em total estado de depredação, com carteiras quebradas, as redes elétrica e hidráulica danificadas.As escolas da zona rural funcionavam em péssimas condições, não tinham materiais didáticos e nem de consumo. Os alugueis estavam atrasados.

Das 160 escolas, 45 estão na zona urbana e 115 na zona rural. Antes, eram oferecidas apenas as quatro primeiras séries do ensino fundamental. O transporte escolar também era inexistente – o que ocasionava altos índices de repetência e evasão.

Hoje, com investimento de R$ 8 milhões por ano, 300 linhas de transporte escolar percorrem 800 mil km por mês, possibilitando o acesso ao ensino para as zonas mais distantes.

Além disso, foram criadas 27 creches, com 4.172 alunos no ensino infantil.

Da Redação da Agência PT de Notícias

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