Beth Sahão

Beth Sahão é nascida em Urupês, região de Catanduva.

Filiada ao PT desde os anos 80, ajudou a organizar o partido em toda a região. Foi importante na consolidação de um projeto alternativo para a cidade de Catanduva, que buscava conciliar desenvolvimento e justiça social para todos.

De 2007 a 2008, atuou como assessora especial do Ministério do Turismo, ajudando a destinar incontáveis recursos para os municípios paulistas.

Retornou, depois à Assembleia Legislativa, onde trabalha intensamente em defesa de importantes causas, tais como: redução as diferenças regionais no Estado; promoção da igualdade entre homens e mulheres; combate à violência de gênero; proteção aos idosos, crianças e adolescentes; desenvolvimento da agricultura; dentre outros.

Ao todo, apresentou 1.789 emendas ao orçamento do estado, garantindo recursos a inúmeras prefeituras e entidades assistenciais. Além disso, criou 113 projetos de lei, 33 Propostas de Emenda à Constituição; 217 indicações e 397 requerimentos.

Determinada, ela é responsável, por exemplo, pela proposta que visa reduzir os preços dos remédios no Estado de São Paulo e também pela lei do parcelamento do IPVA em 10 vezes sem juros, além de inúmeros outros projetos que garantem mais saúde, segurança e proteção às mulheres, crianças e idosos.

Em 2014, Beth obteve 63.172 votos, elegendo-se para mais um mandato na Assembleia Legislativa. Desde sua posse, em março, ela tem participado de importantes lutas em defesa da população. Foi escolhida como Líder da Oposição na Casa e também vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Carlos Neder

Carlos Neder é médico formado pela USP e mestre em Saúde Pública pela Unicamp. Atualmente é deputado estadual, pela terceira vez, pelo Partido dos Trabalhadores. Atua em movimentos populares desde os anos 70. Foi secretário municipal de saúde durante a gestão de Luiza Erundina na Prefeitura de São Paulo (1990-1992).

Exerceu quatro mandatos como vereador na capital paulista. Na Assembleia Legislativa, Carlos Neder apresentou mais de 60 projetos, relacionados a diversas áreas. É autor de leis que instituem fóruns de saúde, como o Fórum Suprapartidário em Defesa do SUS e da Seguridade Social (criado pelo mandato mediante a Resolução n.º 845/05). Também é de sua autoria a lei que institui o Quesito Cor nos bancos de dados ligados ao governo estadual – uma antiga reivindicação do movimento social contra o racismo.

Na Câmara, apresentou inúmeros projetos que resultaram na aprovação de mais de 60 leis, entre elas as que instituíram programas relevantes implantados na cidade, tais como Banco do Povo (crédito para pequenos empreendedores), Educomunicação (rádio nas escolas), Prevenção de Violência nas Escolas, Conselhos Gestores do SUS, dos parques e dos CEUs (participação da comunidade nas ações públicas) e várias leis na área de saúde, como é o caso dos programas de saúde auditiva e de anemia falciforme.

Tanto na Assembleia quanto na Câmara, Neder sempre atuou como fiscalizador do Executivo. Com isso, investigou e denunciou esquemas de corrupção, como o escândalo nas licitações para compra de frango para a merenda escolar e a fraude das carteiras de habilitação do Detran-SP. Também é autor de requerimento para instalação de CPIs para apurar o fechamento do Hospital Sorocabana na Lapa e irregularidades nos contratos entre o Poder Público e a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que administra várias unidades hospitalares, tanto estaduais quanto municipais.

Valdeci Oliveira

Ex-metalúrgico, agricultor e comerciante, o santa-mariense Antônio Valdeci Oliveira de Oliveira iniciou sua trajetória política nos movimentos sociais. Na década de 80, foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santa Maria e vice-presidente regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) da região Centro.

Em 1986, foi filiado ao PT e em 1988 foi eleito vereador de Santa Maria. Reeleito em 1992 com a maior votação da cidade, ele concorreu a deputado federal em 1994 ficando na primeira suplência. Em 1997, assumiu o mandato de deputado federal, sendo eleito novamente em 1998.

Em 2000, venceu as eleições para prefeito de Santa Maria e em 2004 tornou-se o primeiro prefeito reeleito da história da quinta maior cidade gaúcha. Em 2006, foi escolhido pelo diretório nacional do PT para coordenar a campanha de reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio Grande do Sul.

Villa

Engenheiro e professor, reeleito em 5 de outubro de 2014 para assumir o quarto mandato na Assembleia gaúcha integrando a 54ª Legislatura (2015/2018), a atuação parlamentar de Villa é diferenciada, lastreada na produção de legislações importantes e estruturantes.

Em 2013, Villa presidiu a Comissão Especial de Revisão e Atualização da Legislação de Segurança, Prevenção e Proteção Contra Incêndio no RS, que realizou um amplo e democrático processo de diálogo com entidades, conselhos, sindicatos, especialistas e sociedade civil para elaborar uma legislação atualizada, clara, rigorosa e justa. É a chamada “Lei Kiss” sancionada no final de 2013 pelo governador Tarso Genro.

Como gestor público, Villa mostrou elevada capacidade estratégica quando foi secretário estadual da Ciência & Tecnologia e titular da pasta da Coordenação e Planejamento, durante o governo Olívio Dutra (1999/2002). Na época, projetando um futuro em outro patamar para o Estado, foi um dos principais articuladores da implantação do Centro Nacional de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec) que desenvolve a primeira fábrica de semi-condutores da América Latina na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre.

Presidente do Fórum Nacional dos Secretários de Estado de Ciência e Tecnologia, à época, foi agraciado com a Comenda da Ordem Nacional do Mérito Científico, concedida a personalidades brasileiras e estrangeiras como forma de reconhecimento das suas contribuições científicas e técnicas para o desenvolvimento da ciência no Brasil.

No mesmo período, foi um dos articuladores da criação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs). Ainda, teve importante participação na conquista da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) criada à época em que exercia a representação da liderança do Governo Lula na Assembleia, em 2003 e em 2005.

Villa ocupou a presidência da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul durante o ano de 2011 até dia 31 de janeiro de 2012,quando recolocou o Parlamento gaúcho em seu lugar protagônico, no centro dos debates dos temas de interesse da sociedade gaúcha, um projeto viabilizado através do programa “Destinos e Ações para o Rio Grande”, que em parceria com a Câmara Federal de Deputados, realizou cerca de 50 eventos no Estado.

Liderança partidária e referência política no Partido dos Trabalhadores (PT), cujo diretório municipal presidiu em Porto Alegre, Villa foi escolhido por unanimidade candidato às eleições para prefeito da capital gaúcha, em 2012, liderando a coligação Frente Popular- Governo de Verdade.

Ana Lúcia

Ana Lúcia Vieira Menezes (Aracaju, 17 de maio de 1949), mais conhecido como Ana Lúcia, foi professora da rede estadual por mais de 35 anos, fundadora e liderança do SINTESE, foi eleita em 2002 e reeleita em 2006 a deputada estadual mais votada da história do PT de Sergipe. Entre 2007 e 2009, atendendo ao chamado de seu partido e do Governador Marcelo Deda, ocupou a Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social. Foi ainda Secretária Municipal de Educação da SEMED entre 2000 e 2002 na Prefeitura de Aracaju e Secretária de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social entre 2007 e 2009 no Governo de Sergipe.

Edegar Pretto

Além de deputado, integra o grupo Cantadores do Povo, que anima atos e manifestações através da música.

Em 2011, elaborou o Projeto de Lei 66, que foi aprovado por unanimidade pelo parlamento gaúcho e sancionado pelo governador Tarso Genro. A Lei instituiu o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (SUSAF),que permite a venda intermunicipal de produtos de origem animal.

É membro do Comitê Brasileiro Impulsor do Movimento Mundial ElesPorElas, da ONU Mulheres, e coordenador da Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres – que reúne deputados, vereadores e diversos representantes da sociedade, instituições, movimentos sociais e de gênero, e coordenador da Frente Parlamentar pela Regularização Fundiária.

Em 2014 foi reeleito com 73.122 votos, e pela segunda vez o deputado mais votado do PT.

Jeferson Fernandes

Jeferson Oliveira Fernandes nasceu em 1970, na cidade de Santo Ângelo. Filho do casal Deniz e Dorvalina, aos 12 anos mudou-se para São Luiz Gonzaga. Já na década de 90, foi morar em Santa Rosa, onde concluiu o curso de Direito. É um filho das Missões, que no parlamento gaúcho luta pelo desenvolvimento da região Noroeste. Sua trajetória política iniciou na pastoral da juventude e no movimento estudantil, quando foi presidente do DCE da Unijuí.
Aos 18 anos, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e em 1996, foi candidato a vereador em Santa Rosa e ficou na suplência. No ano seguinte, assumiu como assessor do então deputado estadual Elvino Bohn Gass. Como advogado, atuou no Direito Público e em defesa dos direitos humanos, na proteção dos direitos das crianças, adolescentes e jovens, principalmente no tema da educação. Acompanhou o processo de instalação dos IFETs na região e também foi um dos principais articuladores da Universidade Federal da Fronteira Sul.

Miriam Marroni

Miriam Marroni é natural de Pelotas, nasceu e cresceu no Areal Fundos, região do bairro que é conhecida como Cacimba da Nação. É casada com o ex-prefeito e deputado federal Fernando Marroni. Aos 60 anos de idade, tem duas filhas, Camila e Otávia, e uma neta, Maria Eduarda.

Filha da professora da rede estadual Aida Paz Garcez e do mecânico industrial Wildeman Garcez, seguiu os passos dos pais. Da mãe herdou a vocação para trabalhar com jovens, sendo psicóloga especialista em educação do Instituto Federal Sul-rio-grandense. Do pai, carrega a defesa dos ideais de esquerda, o que a incentivou a abraçar a militância política.

Nos anos 80 ingressou no movimento sindical através da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1990 tornou-se a primeira mulher a alcançar a presidência da Associação dos Funcionários da Universidade Federal de Pelotas (Asufpel).

Quatro vezes vereadora em Pelotas, Miriam firmou-se como uma liderança regional no Sul do Estado em defesa dos direitos humanos, combatendo a violência doméstica e as discriminações de etnia e gênero. Criadora do grupo Mães Contra o Crack, é voz ativa em busca de melhorias no sistema de tratamento de usuários de drogas, bem como no suporte aos familiares.

Após concorrer a deputada estadual em 2002 e eleger-se como suplente, assumiu dois anos de mandato entre 2005 e 2006. Neste período, foi a principal articuladora política junto à então ministra de Minas e Energia Dilma Rousseff para a implantação do Polo Naval de Rio Grande e manteve postura combativa contra o sistema de exploração das rodovias federais no RS, instaurando a CPI dos Pedágios.

Em 2010 foi eleita para uma nova legislatura na Assembleia com 45.450 votos, sendo a candidata a deputada mais votada da história de Pelotas. Líder do governo Tarso Genro no Palácio Farroupilha em 2011, foi responsável por negociar a aprovação de 100% das propostas enviadas pelo Executivo, assegurando a reforma estrutural necessária para que o RS voltasse a crescer. Em 2012 assumiu a Secretaria Geral de Governo, atuando no gerenciamento dos programas e projetos estratégicos do Estado.

Com o trabalho reconhecido pelo povo gaúcho e recebendo votos em mais de 180 municípios, Miriam foi reeleita em 2014. Em seu novo mandato, dá continuidade às ações nas áreas de direitos humanos, desenvolvimento regional e fortalecimento da agricultura familiar.

Zé Nunes

José Sidney Nunes de Almeida, 49 anos (19/11/64), nasceu em São Lourenço do Sul. Foi eleito para seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa, pela bancada do Partido dos Trabalhadores, já em sua primeira tentativa ao cargo de deputado estadual.

Zé Nunes foi vereador de São Lourenço por dois mandatos e prefeito por duas gestões. Eleito com 41.609 votos, teve expressiva votação na Metade Sul do estado. Foi de sua cidade natal que saíram mais de dois terços de seus votos: 17.369. Isso significa que ele fez 61,44% dos votos válidos de São Lourenço. Camaquã (3.887 votos) e Pelotas (3.200) também registraram votações significativas a seu favor.

 

Ana Paula

A luta pela pelos direitos das mulheres, o fim das desigualdades e preconceitos de gênero, raça e classe social, humanização do parto, saúde e proteção animal estão entre as principais bandeiras da deputada estadual Ana Paula Lima. A parlamentar, primeira mulher eleita deputada estadual por Blumenau, está, atualmente, no quarto mandato como deputada estadual na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

Enfermeira por profissão, Ana Paula é uma das grandes lideranças femininas na política catarinense, sendo autora da lei que institui o Observatório da Violência contra a Mulher e batalhando pela vinda da Casa da Mulher Brasileira para o estado. A parlamentar também esteve à frente do movimento que originou a Bancada Feminina na Alesc, a qual assumiu a coordenação no último mês de agosto. Em 2012, Ana Paula ocupou este mesmo cargo e realizou seminários regionais para obter um diagnóstico da violência contra a mulher em Santa Catarina. O relatório, com o resultado do trabalho, foi entregue à Comissão Parlamentar Mista do Congresso Nacional sobre Violência.

Filiada no PT desde 1987, mesmo ano em que ingressou no curso de Enfermagem e Obstetrícia na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), a deputada tem a atuação marcada pela defesa dos governos Lula e Dilma, trabalhando para que os municípios catarinenses tenham acesso aos recursos e programas do Governo Federal.

Na Assembleia Legislativa, Ana Paula é presidenta da Comissão de Saúde, vice-presidenta da Comissão de Proteção Civil e membro das Comissões de Segurança Pública, de Prevenção e Combate às Drogas e de Ética e Decoro Parlamentar. Na Comissão de Saúde, tem promovido debates sobre a gestão e manutenção da qualidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além da luta contra a violência obstétrica, com o Congresso Nacional do Parto Humanizado, que reuniu mais de 500 enfermeiras, doulas, e pais em torno da humanização do parto e protagonismo da gestante.

Dirceu Dresch

Dirceu Dresch, único agricultor na Assembléia Legislativa, tem sua história ligada à luta pelo fortalecimento e pela dignidade na agricultura familiar. Morador do município de Saudades, no Oeste Catarinense, é casado e pai de três filhas.

Uma das principais lideranças sindicais na agricultura do Sul do Brasil, Dresch foi o primeiro presidente da Fetrafesc – Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar no Estado de Santa Catarina e coordenador geral da Fetraf-Sul – Federação dos Trabalhadores da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar na Região Sul.

Seu mandato valoriza a participação da sociedade e das organizações sociais, com atuação voltada à luta por um Estado forte, capaz de desenvolver políticas públicas que garantam mais qualidade de vida aos agricultores familiares e a todos os trabalhadores. E que garanta o acesso dos jovens a todos os níveis de educação e o acesso de toda a população aos serviços de saúde.

Em função disso, o mandato de Dirceu tem como prioridade três grandes eixos: o fortalecimento da organização, do associativismo e do cooperativismo na agricultura familiar; o fortalecimento das micro e pequenas empresas; e políticas que garantam a melhoria dos serviços públicos para a população.