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Saúde

  • Ex-ministro e presidente da Fundação Perseu Abramo condena a conduta do presidente da República, que comemorou nesta terça-feira a morte de um paciente que testava medicamento chinês. “A vacina vai levar o Bolsonaro ao caminho do impeachment. Ele não pode continuar prejudicar o povo brasileiro, celebrando a morte”, aponta. Paciente teria cometido suicídio, de acordo com o IML, afastando a hipótese de efeito colateral. Anvisa suspendeu os testes da Coronavac, desenvolvida pelo Butantan em parceria com laboratório chinês
  • Um dia após a eleição americana, os EUA bateram recorde de novos casos de coronavírus, registrando 103 mil infecções e mais de mil mortes em 24 horas. Nesta quinta-feira (5), o país ultrapassou a marca de 240 mil mortos e se aproxima de 10 milhões de infecções, com 9,8 milhões de americanos contaminados. Especialistas preveem inverno “doloroso”. Na Europa, óbitos subiram 43% em sete dias. Brasil volta a registrar alto número de vítimas fatais na quarta-feira (4), quando foram computados 622 óbitos
  • Um abaixo-assinado encabeçado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) por mais recursos para o SUS já conta com mais de 550 mil signatários. Objetivo do colegiado, vinculado ao Ministério da Saúde, busca pressionar o Congresso para manter o atual orçamento emergencial de R$ 35 bilhões para 2021
  • Nesta segunda-feira (2), candidata da coligação “É a vez do povo” à prefeitura do Rio de Janeiro, Benedita da Silva prometeu testagem em massa da população e todo o esforço para adquirir vacina. “Sei qual é o tamanho da dor de quem perdeu pessoas queridas. Quero também fazer um agradecimento de coração a todos e todas profissionais de saúde que estão lutando para salvar vidas nesse momento difícil”, afirmou
  • Após o recuo com a revogação do Decreto 10.530, que autorizava a realização de estudos para “parcerias” com a iniciativa privada – leia-se privatização – para a administração de Unidades Básicas de Saúde, presidente anuncia que pretende publicar nova versão do texto na próxima semana. “O decreto apresentado não trata de um modelo de governança, mas é uma imposição de um modelo de negócio”, denuncia o Conselho Nacional de Secretários de Saúde
  • Para a presidenta do PT, Gleisi Hoffman, “Bolsonaro só recuou da tentativa de privatizar o SUS por causa da repercussão negativa e do desgaste político”. Ontem, ao anunciar a retirada do decreto, Bolsonaro disse que “em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo decreto, o mesmo (decreto) poderá ser reeditado”