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Agenda neoliberal

  • A taxa do IPCA acelerou para 0,86% em outubro e sinaliza que o dragão está acordado, mesmo no meio da maior recessão da história do Brasil. Os preços da comida da cesta básica estão em alta descontrolada desde o início do ano: óleo de soja disparou 77,69%; arroz, 59,48%; e feijão fradinho, 58,49%. Enquanto isso, o governo faz de conta que está tudo bem e continua focado na política de arrocho fiscal
  • Partido reforça campanha nas mais de 1,2 mil cidades onde disputa o comando das prefeituras municipais e coloca a militância na reta final da disputa eleitoral. Legenda é hoje a principal força da oposição à política de desmonte e entreguismo comandados por Jair Bolsonaro, seus aliados no Centrão e os coadjuvantes do Golpe de 2016: o DEM, o PSDB e o PMDB
  • Em artigo, o ex-prefeito de São Paulo critica Paulo Guedes e sua agenda neoliberal. “A julgar pelos até aqui tímidos resultados da agenda estatal em defesa da concorrência bancária, a atuação daquela honrada casa de lobby vem dando certo”, aponta. “O spread bancário, que espolia empreendedores e consumidores, continua sendo entre nós um dos mais altos do mundo, apesar das inúmeras medidas tópicas que vem sendo tomadas”
  • Ricos ficam mais ricos em quase metade das regiões metropolitanas do Brasil durante pandemia, de acordo com pesquisa da PUC do Rio Grande do Sul. Levantamento traz ganhos com trabalho, exclui auxílio emergencial e identifica casos em que ricos elevaram seus rendimentos. Mais pobres perderam 30,2% de renda, em média, nas capitais. A vida do povo está ruim e vai piorar com fim do auxílio emergencial, a partir de 2021
  • Itaú aponta que apenas 4 de 14 setores da economia nacional reagem, apesar da crise sanitária do Covid-19 e da política de arrocho fiscal a qualquer preço do Palácio do Planalto. Indústria automotiva, transportes, turismo, lazer e eventos estão afundados em problemas. E o pior da crise deve chegar em janeiro, quando acaba auxílio emergencial e perda de renda será dramática para 65 milhões de pessoas
  • O fim do auxílio emergencial em dezembro vai aumentar o contingente de pobres no Brasil. Esta é a grande proeza da agenda do Palácio do Planalto. De acordo com o pesquisador Marcelo Neri, da FGV, o fim do auxílio emergencial levará nada menos do que 1/3 do país à pobreza. Em cenário otimista, o equivalente à metade da Venezuela passará a viver com menos de R$ 522,50 por mês
  • Seguindo a cartilha do sistema financeiro, que prega a manutenção do arrocho fiscal, presidente da Câmara janta um bode com o ministro da Economia, enquanto atende aos desejos do mercado e sinaliza com reformas para retirar direitos e assegura a manutenção do teto de gastos. Enquanto isso, 38 milhões de brasileiros devem seguir sem renda porque Bolsonaro não sabe como tirar o país da crise
  • Em nota, a ex-presidenta da República rebate ‘Valor Econômico’, que citou na edição de segunda-feira o temor do ‘risco Dilma’ soprado por fontes do setor financeiro para criticar gastos sociais e defender a manutenção de Paulo Guedes. “Defendem com unhas e dentes a manutenção do ministro da Economia enquanto ele deixá-los livres da tributação de suas fortunas, garantir que seus dividendos continuem intocados e, enfim, que seus ganhos de capital sejam assegurados”, aponta