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Bolsonaro sabotador

  • Dizendo-se contaminado, Bolsonaro e sua omissão tornaram-se um símbolo vivo do caos e da destruição que assolam o país desde o início da crise sanitária. Imperial College de Londres aponta que a taxa de contágio voltou a subir no Brasil. “O Executivo federal deveria correr atrás de insumos, medicamentos, criar novos leitos de UTI e ampliar a testagem”, afirma Paulo Petry, doutor em epidemiologia
  • Em entrevista no Alvorada, presidente voltou a defender uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada no tratamento da doença cujos testes foram suspensos pela OMS. “Agora que Bolsonaro foi testado positivo para a covid-19, como fica a saúde das pessoas que tiveram contato com ele?”, questiona a presidenta do PT Gleisi Hofmann. “Ele é tão irresponsável que ainda recorreu à justiça para ter o direito de não usar a máscara e conseguiu. Também vetou o uso de máscara em locais de aglomeração”, aponta a líder petista. País tem mais de 66 mil óbitos e 1.643.639 casos confirmados
  • Com registro de 1,6 milhão de casos e 65 mil mortos por Covid-19 no país, capitais como o Rio de Janeiro têm novas aglomerações, com milhares de pessoas sem máscara e sem respeitar distanciamento. Liderando marcha da insensatez no país, o presidente negacionista Jair Bolsonaro determinou que presídios e unidades de cumprimento de medidas socioeducativas estão desobrigados do uso de máscara, apesar dos alertas da comunidade científica sobre a letalidade do vírus
  • Falas do presidente sobre pandemia coincidem com quedas nas taxas de isolamento, provocando mais mortes, de modo proporcional, nos municípios com maior votação para Bolsonaro, aponta pesquisa conjunta da Universidade Federal do ABC (UFABC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP). “É como se, com seu discurso, Bolsonaro tivesse levado seus eleitores ao abatedouro”, explica o doutor em Ciência Política pela USP e professor da UFABC, Ivan Filipe Fernandes, um dos autores do estudo “Ideologia, isolamento e morte: uma análise dos efeitos do bolsonarismo na pandemia de Covid-19”
  • “Estou preocupada com declarações que negam a realidade do contágio viral, e pela crescente polarização em temas chave, que pode intensificar a severidade da pandemia por atacar esforços para conter a propagação do surto e fortalecer os sistemas de saúde”, disse a comissária de direitos humanos das Nações Unidas, Michelle Bachelet. Ela citou o Brasil como um dos países cujos líderes negam a o perigo representado pela pandemia, e por isso mesmo, agravam o quadro da crise humanitária
  • “É a maior crise sanitária da história. Conseguimos recurso emergencial, mas está parado. Isso é inadmissível, mostra o descompromisso do governo [Bolsonaro] com a vida”, acusou o presidente do CNS, Fernando Pigatto. Enquanto hospitais sofrem por falta de respiradores e medicamentos, R$ 25,7 bilhões, 66% dos recursos destinados ao enfrentamento da doença, não foram repassados ao SUS pelo Ministério da Saúde. Epicentros da doença, Brasil e EUA ficam de fora da lista de 15 países beneficiados pela reabertura das fronteiras com a União Europeia
  • Epicentro da pandemia, país registrou 52.951 óbitos e 1.157.451 casos nesta quarta-feira (24), segundo consórcio de veículos de imprensa. OMS adverte que Região, que responde por 2,2 milhões de infectados e mais de 100 mil mortos no mundo, ainda não atingiu pico da doença. “O vírus explora a má governança”, afirma o diretor de emergências da ONU, Michael Ryan, em referência indireta ao presidente Jair Bolsonaro
  • Deputado Carlos Zarattini (PT-SP) apresentou emenda à Constituição para impedir a “interpretação leviana do artigo 142 da Constituição Federal”. “As Forças Armadas não são braço político de qualquer governo e muito menos um poder moderador”, diz. Para ele, o texto da CF não autoriza de forma alguma uma intervenção militar a pretexto de “restaurar a ordem”.
  • Enquanto mundo registra mais de 9 milhões de doentes, país tem 1.111.348 e 51.407 mortes por Covid-19. Omisso em relação à tragédia, presidente Jair Bolsonaro não emitiu nota ou fez pronunciamento sobre as mais de 50 mil vidas perdidas. 16 estados e o Distrito Federal têm entre 34% e 39% da população confinada, aponta a plataforma de monitoramento Geocovid-19. Segundo diretor de emergências da OMS, Michael Ryan, baixa testagem esconde reais números de casos
  • Desta vez, omissão do presidente no combate à pandemia do coronavírus foi apontada em carta pelo embaixador da Venezuela na Organização das Nações Unidas, Samuel Moncada. “É doloroso ver como o Brasil está desperdiçando a oportunidade de liderar a luta para salvar milhões de vidas e, ao contrário, transformou-se em um agente gigante de retrocesso e destruição”, denunciou o diplomata
  • ‘Washington Post’ descreve nação brasileira como caso singular entre os países afetados pelo coronavírus e aponta as omissões de Bolsonaro que levaram o país à catástrofe atual. “O presidente Bolsonaro, que continua a rejeitar a doença e suas vítimas, adotou uma política de não fazer nada”, aponta o jornal. Brasil se aproxima da marca de um milhão de infectados, com 934.769 casos e 45.484 mortes, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa desta quarta (17)