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Bolsonaro sabotador

  • Condição de pária internacional é confirmada mais uma vez com estudo do think thank australiano ‘Lowy Institute’, que analisou a atuação de quase 100 países no enfrentamento do surto. Nova Zelândia foi considerada o país mais bem sucedido em frear a propagação do vírus após impor ‘lockdown’. No Brasil, especialistas traçam cenário ainda mais sombrio a partir do colapso de Amazonas e Pará e da circulação de novas variantes do vírus. Na quarta (28), o país ultrapassou 220 mil mortes e 9 milhões de casos
  • Queda de U$ 300 milhões em 2020 para U$ 93,2 milhões neste ano é inédita na última década, segundo o CNPq. Corte afeta diretamente pesquisas necessárias ao combate à pandemia do coronavírus, especialmente da Fiocruz e do Instituto Butantan. Cota de importação de insumos e equipamentos foi quase oito vezes maior durante o governo Dilma, chegando a U$ 700 milhões em 2014. “A ciência brasileira tem sido alvo de um dos maiores desmontes da sua história”, atesta o coordenador do Comitê Científico do Consórcio Nordeste, Miguel Nicolelis
  • Segundo pesquisa do ‘Datafolha’ divulgada no último fim de semana, o número de pessoas que têm intenção de se vacinar contra a Covid-19 aumentou de 73% em dezembro para 79%. “A população não aguenta mais a política da violência, da mentira e do negacionismo, que tem levado à morte de milhares de pessoas”, afirma o deputado Alexandre Padilha (PT-SP). Campanha esbarra em estratégia bolsonarista de desinformação
  • Reportagem exclusiva detalha o levantamento ‘Direitos na Pandemia – Mapeamento e Análise das Normas Jurídicas de Resposta à Covid-19 no Brasil’, da USP, que aponta como o governo agiu de forma sistemática, por meio de medidas como normas e portarias, a favor da disseminação do vírus. “Nossa bancada vai propor convidar os pesquisadores da USP a apresentarem os resultados da pesquisa à Comissão Mista Especial do Congresso sobre a Covid-19”, afirma Gleisi Hoffmann, presidenta do PT. “Essa pesquisa já foi considerada neste último pedido de impeachment apresentado pela oposição”
  • Cientistas apontam que a CoronaVac, cuja eficácia global contra a Covid-19 é de 50,4%, é segura e defendem ampla imunização por meio do SUS para proteger a população. “Não há justificativa nenhuma para não usar uma vacina que é segura, é eficaz e pode reduzir a gravidade dos casos e mortes”, sustenta a presidenta do Instituto Questão de Ciência, Natália Pasternak. “Não é o grau de eficácia da Coronavac que tem de ser o foco das discussões agora, mas sim o seu alcance”, afirma a presidenta Nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR). “Precisamos de uma grande campanha pública para incentivar a vacinação”
  • Diante da inoperância de governo Bolsonaro no combate à pandemia, o Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs a governadores que a Comissão integre os principais especialistas na área e atue de forma independente do Ministério da Saúde. “Sem uma ação coordenada de todo o país, envolvendo medidas sincronizadas de isolamento social, bloqueio sanitário das rodovias em todas as regiões, e uma campanha nacional de vacinação, o Brasil não conseguirá derrotar a covid-19 nem a curto prazo, nem a médio prazo”, alerta o neurocientista e coordenador do Comitê Miguel Nicolelis
  • Técnicos do Tribunal de Contas afirmam que não há planejamento “minimamente detalhado” do governo federal. Também constataram descumprimento de prazos estabelecidos em contratos e falta de entrega de EPIs, respiradores e kits de testes. Governo Lula vacinou mais de 100 milhões de pessoas na pandemia de H1N1, em 2010
  • Especialistas reunidos virtualmente no fórum “E agora Brasil?” traçaram um cenário sombrio para o país a partir de avaliações sobre a atuação negacionista do governo na pandemia, informa o ‘Valor’ nesta sexta-feira (11). Economista Monica de Bolle prevê o país à beira de uma convulsão social com o fim do auxílio emergencial e a volta do Teto de Gastos a partir de janeiro de 2021. “Fica difícil imaginar que não ocorra algo assim”, observa
  • Alta de infecções no País, que ocupa o 3º lugar no mundo em número diário de transmissões, volta a pressionar sistema de saúde, com aumento da ocupação de leitos. Estado de São Paulo retorna à ‘zona amarela’ e novas restrições e medidas de distanciamento. “O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números [de novos casos]. É muito, muito preocupante”, alerta o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus. Nesta terça-feira (1º), o Brasil registra 6,3 milhões de casos e 173.229 mortes
  • Enquanto presidente acusa imprensa de politizar pandemia, critica governadores e enaltece a atuação desastrosa do governo com fake news sobre auxílio emergencial, o Brasil voltou a registrar alta na média de óbitos e infecções por Covid-19. Nesta terça-feira (22), país atingiu marca de 137.445 mil mortes e mais 4,5 milhões de infecções confirmadas. “Bolsonaro reinventou as fake news”, reagiu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ídolo de Bolsonaro, Trump cobra da ONU uma responsabilização da China pela pandemia no mesmo dia em que os EUA ultrapassam marca de 200 mil vítimas fatais por coronavírus