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Bolsonaro sabotador

  • Na quinta-feira (3), o Conselho Nacional de Saúde (CNS), publicou uma recomendação para que seja retirada imediatamente qualquer material de comunicação oficial do governo que faça “alusão à não obrigatoriedade de vacinação contra a Covid-19”. A nota técnica também afirma que o Ministério da Saúde deve, ao contrário, engajar-se em campanhas de conscientização “sobre a importância da vacinação como forma de reduzir a mortalidade de doenças imunopreveníveis”. Revista científica ‘Lancet’ aponta resultados promissores de testes com vacina russa
  • No marco simbólico da tragédia da pandemia no país, presidente Bolsonaro voltou a causar aglomerações, sem máscara, e a colocar em risco a vida de brasileiros. Levantamento feito pela Rede de Pesquisa Solidária aponta que o governo federal deixou de coordenar uma política nacional sobre o uso de máscaras no país, e cuidou de enfraquecer até mesmo medidas que já estavam em curso nos estados. “A falta de fiscalização, de programas e da massificação das ações, além da desinformação, rebaixaram a importância do uso de máscaras e reduziram a capacidade de proteção da população mais vulnerável”, aponta levantamento. Brasil registra 3.683.224 casos da doença e 116.964 mortes
  • Nesta quinta-feira (20), país ultrapassou 3,5 milhões de infecções e 112.423 óbitos, de acordo com balanço do consórcio de veículos de imprensa. Também foram registradas mais 1.234 vítimas fatais em 24 horas, e 44.684 mil novos contágios. Em mais um arroubo demagógico, o presidente Jair Bolsonaro debocha do sofrimento da população ao elogiar a desastrosa atuação do governo no combate à pandemia
  • Enquanto ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, alardeia suposta alta demanda por hidroxicloroquina, levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde revela que mais de 84% dos estados não possuem reserva de medicamentos para intubação de pacientes com Covid-19 em estado grave. Com caos instalado, hospitais não podem tratar doentes com recomendação de intubação, o que já levou pacientes ao óbito. Pandemia mantém platô alto de mortes e infecções diárias: nesta sexta-feira (14), foram confirmadas 105.791 mortes e 3.238.216 casos de Covid-19
  • Em nova série de ataques a governadores e prefeitos, Planalto distribuiu a partidos da base aliada uma lista de estados e municípios com altos índices de casos e mortes por Covid-19, numa tentativa de associar os dados a adversários. “Será que Bolsonaro assumirá seus erros ou só jogará tudo na conta dos governos estaduais que têm tentando combater a pandemia com as ferramentas que possuem, sem nenhuma ajuda do governo federal?”, questiona o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP). Mais de 60 parlamentares, representantes de institutos de pesquisa, professores universitários britânicos, entre outras personalidades, assinaram manifesto denunciando Bolsonaro pela negligência no combate à pandemia no Brasil
  • Coordenador do Laboratório de Inteligência em Saúde da USP, Domingos Alves acertou previsão sobre patamar atual de vítimas fatais. “O plano é sacrificar o povo brasileiro para alcançar uma pseudo-recuperação econômica”, denuncia Alves, em entrevista à agência ‘AFP News’. Negligente, Bolsonaro fala em “mundo civilizado” enquanto promove barbárie de quase 100 mil mortos
  • Em entrevista à rádios de Feira de Santana e do interior da Bahia, nesta sexta-feira (31), ex-presidente lamentou a tragédia brasileira: 91.607 mortes e e 2.625.612 casos de Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa. “A morte não pode doer só quando chega na casa da gente”, afirmou Lula. Ele também criticou a conduta de Jair Bolsonaro diante da pandemia, responsabilizando o líder de extrema direita pela crise: “o presidente da República estimula a anarquia, estimula o desrespeito, estimula a desobediência”, criticou Lula. “Isso poderia ter sido evitado, a gente poderia ter menos mortes, a gente poderia ter mais tranquilidade de enfrentar esse vírus desconhecido”
  • Enquanto país volta a ter alta no registro de mortes diárias – 1.367, entre segunda e terça-feira, o segundo mais alto desde o início da pandemia – TCU confirma omissão da Saúde no repasse de verbas emergenciais para combate à pandemia, denunciada pela ‘Agência PT ‘de Notícias no mês passado. Segundo relatório do TCU, obtido pela ‘Folha’, dos R$ 38,9 bilhões prometidos a estados e municípios, R$ 11,4 bilhões saíram dos cofres públicos até 25 de junho, apenas 29% do total
  • Projeções refletem falta de coordenação do governo federal frente ao coronavírus. Críticas do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, à atuação das Forças Armadas expõem fragilidade de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde. Enquanto Bolsonaro tergiversa sobre a nomeação de profissional ligado ao setor para assumir a pasta, a doença avança, implacável: nesta terça-feira (14), foram registrados 1.895.555 casos e 73.161 mortes
  • “O Brasil lidera há mais de um mês o ranking de mortos por coronavírus” lamentou a deputada federal e presidente do PT, Gleisi Hoffmann. “Nem a Índia, nem México, nem o repique do vírus nos Estados Unidos ameaçaram essa macabra liderança”. Sob gestão interina do general Eduardo Pazuello, pasta falhou na entrega de 46 milhões de testes até setembro: até agora, foram repassados pouco mais de 12 milhões. País bateu 72 mil mortes e 1,8 milhão de casos nesta segunda-feira (13)