Guedes destrói mercado de trabalho; mais 5 milhões na informalidade
Cinco milhões de pessoas ingressaram no grupo dos trabalhadores informais em um ano. País ainda tem outros 14,4 milhões de trabalhadores em busca de emprego
Cinco milhões de pessoas ingressaram no grupo dos trabalhadores informais em um ano. País ainda tem outros 14,4 milhões de trabalhadores em busca de emprego
Indiferente à realidade, ministro da Economia embarca na falácia de que Brasil precisa de empregos sem a proteção da CLT. Após três anos da reforma trabalhista aprovada por Temer na Câmara dos Deputados, sob Rodrigo Maia, país tem 40 milhões de trabalhadores na informalidade e 50 milhões de pobres. A desigualdade só cresceu desde o Golpe de 2016, mas governo Bolsonaro ameaça com menos direitos trabalhistas como forma de reativar a economia
Distanciado da realidade da maior parte da população, ministro da Economia insiste em flexibilização de direitos como forma de “formalizar” 38 milhões de cidadãos que lutam para sobreviver em meio ao descaso do governo. Número de pedidos de seguro-desemprego em maio bateu recorde histórico
Projeto garante renda emergencial equivalente ao salário mínimo para beneficiários do Bolsa Família, pessoas inscritas no Cadastro Único e trabalhadores na informalidade
“A hora é de proteger as pessoas, principalmente os pobres que estão em situação de maior vulnerabilidade. O Brasil tem 40 milhões de pessoas vivendo na informalidade e sem emprego”, afirmou Gleisi
Mais de 38 milhões de pessoas - 41% da força de trabalho - não têm garantias para seguir recomendações
Uber e iFood são os maiores empregadores informais do país: 4 milhões de trabalhadores, que não podem ficar à mercê da ganância das empresas
Segundo a economista Denise Gentil, o desgoverno aprofundou a crise econômica e comprometeu o sistema de proteção aos mais pobres e miseráveis
Votação está prevista para terça na comissão mista, antes de seguir para o plenário de Câmara e Senado
Governo Bolsonaro retorna a carga contra os cidadãos e tenta retirar direitos trabalhistas por meio da MP 905
Para membro do Diretório do PT Municipal de Porto Alegre, entender o perfil da juventude trabalhadora é crucial para formular políticas públicas que sejam realmente eficazes
Paulo Paim mostra preocupação com efeito provocado sobre os trabalhadores com o fim da política de valorização do salário mínimo