Trabalho, no Brasil de Bolsonaro, só precarizado e com salário baixo
Alta do emprego contrasta com a queda da renda e com a informalização em patamar histórico. Pelo quarto ano seguido, Brasil está entre os dez piores países para trabalhar
Alta do emprego contrasta com a queda da renda e com a informalização em patamar histórico. Pelo quarto ano seguido, Brasil está entre os dez piores países para trabalhar
Do total dos sem-direitos, 19,7 milhões sobrevivem de bicos e não sabem o que vão fazer no fim do mês. Muitos têm de escolher entre pagar o aluguel e as contas ou comprar alimentos, denuncia o site da CUT
Deputado federal do PT da Bahia é o convidado da edição desta sexta-feira (24) do Jornal PT Brasil, que começa às 9h; assista aqui
Desprotegidos pelo desgoverno Bolsonaro, trabalhadores enfrentam precarização, renda baixa e instabilidade. Quadro só muda com política de emprego, diz pesquisador
Apesar de leve queda no número de pessoas desocupadas em abril, massa salarial é corroída pela inflação. Informalidade segue alta e mais pessoas disputam o mesmo “bolo”
Diretor técnico do Dieese alerta para avanço da precarização e diz que mudanças na legislação trabalhista devem surgir de amplo debate com a sociedade e os sindicatos
Queda do desemprego se dá sobre terra arrasada, com alta de 20% na informalidade e perda de 10% da renda em um ano. Nível de ocupação ainda não atinge patamar pré-pandemia
Renda média real chega ao pior nível da série histórica da Pnad Contínua, do IBGE. Mais de 40% dos empregos criados no trimestre encerrado em novembro eram informais
Movimento ocorre em regiões de São Paulo. Entre as reivindicações, estão o fim de duas ou mais entregas em uma mesma corrida e o direito de defesa antes de a empresa bloquear a conta dos entregadores
Número de brasileiros que ganham até um salário mínimo sem carteira assinada aumenta em 2 milhões nos últimos dois anos, aponta estudo. Informais eram 48,2% dos trabalhadores e hoje somam 55,6%
Taxa de informalidade medida pelo IBGE chegou a 41,1% da população ocupada, ou 37,1 milhões de trabalhadores. Há um ano, estava em 38%
Demolição da CLT após o golpe de 2016 jogou os trabalhadores do país no vácuo da precarização do emprego e reduziu a renda. Destruição avança com Bolsonaro