Agora, Lula ao vivo em entrevista a Kennedy Alencar, no Uol
Agora, Lula concede entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, no Uol. Acompanhe aqui.
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As novas revelações mostram que, desde 2015, a “Lava Jato” tinha Lula como alvo pré-definido e promovia “operações” com o objetivo de constranger pessoas para que falassem algo sobre o ex-presidente. Para atingir seus objetivos, a “Lava Jato” recebeu fora dos canais oficiais “informações” das agências norte-americanas para promover a quebra do sigilo fiscal de familiares de Lula, sem a observância do procedimento previsto em lei
Em matéria publicada neste domingo, 14, o jornal Folha de S. Paulo informa que "ao menos três ministros do governo Bolsonaro e o atual chefe da Força souberam da nota", o que torna ainda mais grave o ocorrido. Postagens foram feitas às vésperas do julgamento de HC de Lula pelo STF, em abril de 2018. "Villas Bôas confessa que o Exército intimidou o STF e outras instituições para garantir a eleição de Bolsonaro", advertiu o senador Rogério Carvalho (PT-SE). "Isso é gravíssimo e exige reação das instituições democráticas", cobrou a deputada federal (PR) e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann
De acordo com diálogos, Lava Jato permitiu compartilhamento de provas com o FBI em 2015. No entanto, segundo a Agência Pública, o pedido só foi formalizado no Ministério da Justiça em 2018. Especialistas falam em tentativa de “esquentar” informações e “lavagem de provas”. A defesa de Lula afirma que compartilhamento de informações é ilegal
"Precisamos atingir Lula na cabeça", diz procuradora em novas mensagens da Lava Jato entregues ao STF, segundo a jornalista Mônica Bergamo. Também de acordo com a colunista, os investigadores da força-tarefa celebram ainda o fato de já terem atingido um ministro do STJ na operação
Debate com o tema “Pela recuperação dos direitos políticos de Lula”, que reunirá advogados e ativistas, será realizado a partir das 13 horas, com transmissão ao vivo pelas redes do PT
Em manifesto, os ex-procuradores questionam o "relacionamento informal" entre entre os procuradores e o ex-juiz Sergio Moro, agora flagrados pela Operação Spoofing. Assinam o manifesto Alvaro Augusto Ribeiro Costa, Wagner Gonçalves, Ela Wiecko de Castilho e Antônio Carlos Bigonha
"Na conjuntura de terrível sofrimento que se impõe ao nosso povo, de destruição nacional e do que o projeto de continuidade de Jair Bolsonaro representa, como ameaça permanente à democracia, o PT tem o papel de mobilizar desde já a esperança de superarmos esta situação, unindo as forças democráticas e populares em torno de um projeto de reconstrução para recuperar o Brasil para seu povo", defendeu a presidenta do PT, Gleisi Hoffman, na abertura do evento comemorativo dos 41 anos do partido
Partido reafirma posição de maior liderança popular de esquerda da América Latina e assume tarefa de levar adiante uma agenda para o desenvolvimento nacional e de oposição ao governo fascista de Bolsonaro. "Nós não temos o direito de nos iludir com a brutalidade das elites desse país, não podemos esquecer que Lula é e continuará sendo seu maior pesadelo e que tudo farão para tentar adiar o reencontro do povo brasileiro com seu maior presidente, nosso grande líder político”, disse a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann. "O PT tem que compreender que o povo brasileiro precisa mais de nós do que em qualquer outro momento histórico”, afirmou Lula, em seu discurso
Resiliente aos 41 anos de existência, o partido firma sua hegemonia no campo progressista nacional e se mantém como o mais importante da esquerda na América Latina. Novos militantes ocupam espaços e representam a diversidade sempre presente na formação petista
Pela primeira vez na história, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff abriram as portas do Poder Central para os mais pobres, os desvalidos e os excluídos. Moveram as placas tectônicas das relações de classe e demonstraram cabalmente como governar sem distinções de qualquer tipo
A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve o direito da defesa do ex-presidente Lula ter acesso aos dados obtidos pela operação Spoofing. Por 4 votos a um, os ministros negaram o recurso apresentado pelos procuradores da Operação Lava Jato para impedir o compartilhamento. Os ministros Nunes Marques e Gilmar Mendes e a ministra Cármen Lúcia votaram com o relator Ricardo Lewandowski, enquanto Luiz Edson Fachin votou isolado.