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mortes por Covid-a9

  • Falas do presidente sobre pandemia coincidem com quedas nas taxas de isolamento, provocando mais mortes, de modo proporcional, nos municípios com maior votação para Bolsonaro, aponta pesquisa conjunta da Universidade Federal do ABC (UFABC), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP). “É como se, com seu discurso, Bolsonaro tivesse levado seus eleitores ao abatedouro”, explica o doutor em Ciência Política pela USP e professor da UFABC, Ivan Filipe Fernandes, um dos autores do estudo “Ideologia, isolamento e morte: uma análise dos efeitos do bolsonarismo na pandemia de Covid-19”
  • Juntas, as duas nações que transformaram-se em epicentro da doença têm 4,1 milhões de infectados e 189,6 mil mortos, cerca de 36,8% da mortalidade pela doença no planeta. Organização Pan-Americana de Saúde prevê saldo de 438 mil mortes na América Latina até outubro, caso países não mantenham medidas de contenção da doença. Brasil registrou 1.272 mortes nas últimas 24 horas e já contabiliza 59.656 óbitos. Número de infectados chega a 1.408.485
  • Inércia do governo federal agrava quadro em hospitais, que sofrem com a falta de medicamentos e equipamentos de proteção individual. O temor é que, em breve, médicos serão obrigados a escolher quais pacientes receberão tratamento adequado. Nesta sexta-feira (26), país registrou 55.304 óbitos e já tem 1.244.419 casos da doença, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa.
  • Com uma média de quase 30 mil novos casos diários, país ruma para ultrapassar EUA em casos e mortes e tornar-se o novo epicentro mundial da doença. Nesta quinta-feira (18), foram registrados 983.359 casos e 47.869 mil mortes, segundo veículos de imprensa. Apenas nas últimas 24 horas, foram confirmadas 23.050 novas infecções por coronavírus e mais de 1.200 óbitos pelo terceiro dia consecutivo. Apesar de queda na taxa de contágio, segundo estimativas do Imperial College London, ONU considera que quadro pandêmico no país é grave e não é hora de relaxar
  • Nesta terça-feira (16), dia em que o país completa três meses da primeira morte pela doença, Brasil se aproxima da marca de um milhão de infectados: já foram registrados 923.189 casos e 45.241 mortes, segundo o Ministério da Saúde. Só no estado de São Paulo, foram registradas 365 novas mortes em 24 horas, o maior recorde desde o início da doença. Mundo ultrapassa barreira de 8 milhões de infectados
  • Levantamento realizado em conjunto pela Universidade de São Paulo (USP) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o estado de São Paulo pode ter um aumento de óbitos de 71% em apenas duas semanas com relaxamento do isolamento social . Em meio à reabertura do comércio em capitais como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, especialistas alertam para uma segunda onda de contaminações e aumento de mortes. País segue à deriva sem um plano de contenção da doença.
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