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Teto de gastos

  • Evento virtual que reuniu mais de 400 militantes de organizações sociais, partidárias e sindicais também deliberou ações pelo enfrentamento da crise sanitária com vacinação em massa, fortalecimento do SUS e medidas de distanciamento social e também da crise econômica, com a retomada do auxílio emergencial, defesa do Programa de Proteção ao Emprego, luta contra o Teto dos gatos e contra a Reforma administrativa.
  • Economistas estimam uma queda do Produto Interno Bruto que deverá ficar entre 2 a 3%, enquanto a renda das famílias deverá sofrer uma grande queda no primeiro trimestre deste ano em comparação ao último trimestre de 2020. A baixa atividade econômica agravada pela falta de vacinação, além do desemprego em massa, impõem medidas como o retorno do pagamento do auxílio, cortado pelo governo Bolsonaro em dezembro
  • Mobilização nacional começa neste sábado (23) com frentes populares, partidos de oposição, sindicalistas e representantes de movimentos sociais. Entre as bandeiras de luta, além do impedimento de Jair Bolsonaro, o enfrentamento da crise sanitária com vacinação para toda a população e o fortalecimento do SUS. A retomada do auxilio emergencial e a proteção ao emprego, bem como a luta contra o teto de gastos e a reforma administrativa também são alvos da campanha. A organização alerta para a necessidade de protestar com segurança, respeitando os protocolos sanitários
  • Sete meses consecutivos de crescimento não evitaram uma queda acumulada de 5,2% de janeiro a novembro do ano passado. Desemprego segue caminho inverso e cresce, principalmente no ramo automotivo. Desinteresse da equipe econômica do desgoverno Bolsonaro por uma política industrial agrava a crise. Atraso da vacinação e teto de gastos pioram ainda mais a situação
  • Em artigo, a deputada federal (PR) e presidenta da PT, Gleisi Hoffmann, alerta que “o liberalismo primitivo do governo vislumbra uma sociedade regida pelo individualismo selvagem em que cada um é responsável por si e não há instituições de garantia de direitos. “É fundamental que o Congresso Nacional discuta novo arcabouço fiscal, em linha com a experiência internacional”, defende Gleisi, advertindo que o cenário econômico e social no País “tende a se tornar ainda mais grave” no próximo ano.
  • Presidente nomeou um ministro decorativo para o MEC, que simplesmente desapareceu em meio à crise, apesar de estar à frente do cargo há quatro meses. Levantamento de ONG confirma o descalabro no ensino: governo só gastou até agora 6% de recursos livres para educação básica. “Bolsonaro é inimigo da educação e a inoperância do MEC é revoltante”, adverte a deputada Margarida Salomão (PT-MG).
  • Ex-ministro da Fazenda no governo Dilma alerta que arrocho fiscal do governo Bolsonaro lançará milhões de brasileiros ao desemprego e à miséria. “Uma crise como essa não vai passar rápido e exige uma saída gradual com uma política de reconstrução econômica e social”, advertiu, no seminário Reconstruir e Transformar o Brasil, realizado pelo PT e pela Fundação Perseu Abramo
  • Desde maio, o desemprego aumentou em 27%, totalizando 12,9 milhões de brasileiros, 2,9 milhões a mais do que o registrado em maio. Ao mesmo tempo, 107 milhões de lares serão atingidos com a redução pela metade do auxílio emergencial a partir deste mês. A falência de cerca de 700 mil pequenos negócios até junho se junta ao cenário do desastre econômico e social. Além disso, o teto de gastos impede o investimento público. Para enfrentar a situação, PT apresentou o Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil
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