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vacinação contra Covid-19

  • Índia pode impedir importação de 2 milhões de doses da vacina da Oxford. Segundo o Ministério da Saúde, são necessárias 104,2 milhões de doses apenas para vacinar os grupos prioritários, que somam 49,6 milhões de pessoas mas a pasta não garantiu nem mesmo as seringas e agulhas necessárias. “Não é despreparo a falta de seringas e agulhas pra vacinação contra covid-19 no Brasil, é atitude deliberada do governo pra desmontar o SUS e não salvar vidas”, denunciou a presidenta Nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR)
  • Além da União Europeia, levantamento do site ‘Poder 360’ inclui México, Chile e Costa Rica entre os países que começaram a imunizar suas populações. Argentina inicia aplicação da vacina russa Sputnik V nesta terça-feira (29). Após afirmar não “dar bola” para pressão por início da vacinação, Bolsonaro não apresenta plano mas diz que “tem pressa”, ao mesmo tempo em que levanta desconfiança sobre a segurança de vacinas testadas e aprovadas. Pesquisadora da USP critica incompetência do governo e alerta que o país pode ficar sem cobertura caso a chinesa CoronaVac não seja aprovada. “Se a CoronaVac se mostrar ruim, estamos em um mato sem cachorro”, diz Natalia Pasternak
  • Diante da inoperância de governo Bolsonaro no combate à pandemia, o Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs a governadores que a Comissão integre os principais especialistas na área e atue de forma independente do Ministério da Saúde. “Sem uma ação coordenada de todo o país, envolvendo medidas sincronizadas de isolamento social, bloqueio sanitário das rodovias em todas as regiões, e uma campanha nacional de vacinação, o Brasil não conseguirá derrotar a covid-19 nem a curto prazo, nem a médio prazo”, alerta o neurocientista e coordenador do Comitê Miguel Nicolelis
  • No início do julgamento do STF que decidirá sobre a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19, na quarta-feira (16), o ministro Ricardo Lewandowski deu o primeiro voto a favor da imunização compulsória. Defendendo uma linha constitucionalista, Lewandowski argumentou que “a saúde coletiva não pode ser prejudicada por pessoas que deliberadamente se recusam a ser vacinadas”. De acordo com o ministro, o direito à saúde está previsto na Constituição e inclui o direito à medicina preventiva. “Não é uma opção do governo vacinar ou não vacinar, é uma obrigação do governo”, justificou