2º turno: Monitoramento aponta violência de gênero contra as mulheres candidatas
Estudo realizado pela Revista AzMina e InternetLab revela o machismo e espírito antidemocrático dos homens na política
Estudo realizado pela Revista AzMina e InternetLab revela o machismo e espírito antidemocrático dos homens na política
As eleições 2020 foram e continuam sendo marcadas pela violência política contra as mulheres. Vamos nos unir para garantir um ambiente seguro, democrático e igualitário para ocupar os espaços na sociedade
Transmissão ao vivo pela TVPT vai contar com as deputadas Gleisi Hoffmann, Maria do Rosário, Benedita da Silva, a secretária nacional de mulheres, Anne Moura, e convidadas
Apesar de sofrerem violência doméstica, mulheres não buscam mais por delegacias. Registros de feminicídio e chamadas de emergência seguem em alta. Por razões ideológicas, ministra Damares corta verbas de programas de combate à violência contra a mulher.
Ameaças de morte, agressões físicas, prisão, assassinato, fake news, a régua do "vale tudo" na campanha pesou sobre a cabeça - e a vida - das mulheres. PT toma medidas para proteger candidatas de diversos partidos, inclusive quem está na disputa do 2 turno
Objetivo é proteger a participação política das mulheres no processo eleitoral. Neste ano, os casos passaram por ameaça, fake news, racismo até prisão, agressão física e assassinato.