Siga nossas redes

Mais informação, mais proteção: mulheres ganham espaço diário na Voz do Brasil

Lei sancionada pelo presidente Lula tem como objetivo ampliar o alcance das políticas públicas e facilitar o acesso a canais de denúncia

O programa A Voz do Brasil dedica, a partir de agora, um minuto de sua programação à divulgação de serviços de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres. A proposta amplia o acesso da população a informações sobre acolhimento, orientação e proteção, fortalecendo as políticas públicas voltadas à defesa dos direitos das mulheres. A medida está prevista na Lei 15.423/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Criada em 1935, A Voz do Brasil é o programa de rádio oficial mais antigo do país e segue sendo um dos principais instrumentos de comunicação pública nacional. A iniciativa permitirá que milhões de brasileiras conheçam e utilizem serviços como o Ligue 180, canal de atendimento, orientação e encaminhamento para mulheres em situação de violência.

A ação integra os esforços do Governo Federal para fortalecer a rede de proteção às mulheres e está alinhada ao Pacto Nacional de Contra o Feminicídio, que articula União, estados, municípios e sociedade civil na construção de estratégias de prevenção, acolhimento, responsabilização e combate à violência de gênero.

A coordenadora da Bancada Feminina da Câmara dos Deputados, deputada federal Jack Rocha, celebra mais este espaço institucional. Ela tem atuado na aprovação de leis voltadas ao fortalecimento da proteção às mulheres, à ampliação dos direitos das vítimas e ao aperfeiçoamento dos mecanismos de acesso à justiça. Para a parlamentar, garantir informação é uma ferramenta essencial de proteção, especialmente para mulheres que vivem em regiões mais afastadas ou enfrentam dificuldades para acessar os serviços públicos.

Em um país que ainda registra altos índices de violência doméstica e feminicídio, ampliar o acesso à informação significa fortalecer a prevenção, salvar vidas e garantir que mais mulheres conheçam seus direitos e saibam onde buscar ajuda.