Artigo: “Despedida”, por Fernando Haddad
"O jornal tem méritos que não desconsidero, mas não vejo como manter uma colaboração permanente com este veículo", afirma Fernando Haddad em seu último artigo escrito para a Folha de S. Paulo
"O jornal tem méritos que não desconsidero, mas não vejo como manter uma colaboração permanente com este veículo", afirma Fernando Haddad em seu último artigo escrito para a Folha de S. Paulo
Sete meses consecutivos de crescimento não evitaram uma queda acumulada de 5,2% de janeiro a novembro do ano passado. Desemprego segue caminho inverso e cresce, principalmente no ramo automotivo. Desinteresse da equipe econômica do desgoverno Bolsonaro por uma política industrial agrava a crise. Atraso da vacinação e teto de gastos pioram ainda mais a situação
A avaliação é da Fiocruz que realizou estudos sobre diferentes métodos e comportamentos governamentais diante da pandemia. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o governo mantém 6,5 milhões de testes estocados no galpão do Ministério da Saúde no Aeroporto de Guarulhos (SP)
Com os EUA batendo o recorde 4 de mil óbitos diários e o Brasil retomando ao patamar de mais de mil mortes em 24 horas, cientistas recomendam endurecimento de medidas de restrição. Juntos, os dois países somam mais de meio milhão de vítimas fatais, com 574.889 óbitos. "O Brasil precisa fazer algo muito parecido ao que aconteceu na Grã-Bretanha nos últimos dias: o lockdown”, adverte o neurocientista e coordenador do Comitê de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste, Miguel Nicolelis.
“Ao ofender a presidenta Dilma, duvidar da tortura, dar gargalhada, coisa que ele já tinha feito no passado, como deputado, ele fez agora como presidente da República e, como presidente, esse crime hediondo é também crime de responsabilidade, passivo de impeachment”, diz o deputado Rogério Correia (PT-MG)
Ativistas fizeram um ato silencioso em frente à Praça dos Três Poderes para protestar contra o governo Bolsonaro, que continua a desdenhar do povo brasileiro, mesmo diante da tragédia provocada pela pandemia em todo o país
Agências e jornais estrangeiros apontam negligência do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento da pandemia que já matou mais de 200 mil brasileiros. "Enquanto muitos países impuseram novas restrições para limitar a propagação do vírus em meados de dezembro, o governo do presidente deu sua bênção para a diversão das férias de verão”, relata a 'Associated Press'. Para a agência francesa 'AFP', o ano começou com "uma tempestade de controvérsias sobre falhas no plano de vacinação do governo e a contínua negação da Covid-19 pelo presidente de extrema direita”
Centrais sindicais vão procurar candidatos à presidência das duas Casas do Congresso para cobrar compromisso com a readoção do benefício. Consultorias econômicas apontam a vacinação como elemento central da retomada e decretam o fim da era neoliberal na economia mundial pós-Covid-19. PT defende continuidade do auxílio emergencial e política de empregos
“Bolsonaro bloqueou tudo o que o Brasil tem para dar resposta adequada à pandemia da Covid-19, como já fizemos inclusive em outra epidemias", acusou o deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (SP). "Ele colocou o País em um projeto da morte, sem testes suficientes, sem apoio às equipes de atenção básica de saúde, bloqueou o [programa] Mais Médicos, e estabeleceu uma guerra, um conflito com os estados e municípios, que ajudam o governo federal a coordenar o SUS”, lamentou. De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, nesta quinta-feira (7), o país registrou 200.011 mortos e mais de 7,9 milhões de casos da doença
"Só a testagem em massa e periódica vai nos dar as informações corretas sobre as regiões que estão com avanço da contaminação pela covid-19", argumenta o deputado Betão em projeto apresentado na AL de Minas Gerais para a realização de testes no estado
As representações têm como referência as declarações feitas por Bolsonaro nessa quarta-feira (6), quando comentou a invasão do parlamento norte-americano (Capitólio) por defensores golpistas do ainda presidente Donald Trump (Partido Republicano), e contrários à certificação da vitória do presidente eleito Joe Biden (Partido Democrata)
Índice da FGV aponta alta acumulada de 6,30% do IPC-C1 em 2020, puxada pelo aumento dos preços dos alimentos. Já o Índice do Medo do Desemprego medido pela CNI ficou acima da média história em dezembro passado. Pedidos de seguro-desemprego também subiram em 2020