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Plenária da FBP e PT reune 19 comitês populares de Sergipe

Durante o encontro, foram definidas agendas para a jornada de lutas de janeiro em defesa da democracia e do direito de Lula ser candidato

21 comitês foram criados em SergipeFoto: Divulgação PT-SE

Foi realizada neste sábado (6) a plenária da Frente Brasil Popular de Sergipe durante a qual foram constituídos 21 comitês populares em defesa da democracia e do direito de Lula ser candidato. De acordo com o presidente do PT de Aracaju, Jefferson Lima, o mote das campanhas no estado será “Eleição sem Lula é fraude”. Pelo menos 19 cidades estiveram presentes no encontro que contou com as presenças de lideranças do PcdoB, CUT, MST, JPT, UJS, Ubes, Levante Popular e diversos sindicatos.

No dia 13 serão realizados atos de panfletagem nas feiras livres do comércio de Aracaju que vão anteceder os grandes atos dos dias 23 e 24, segundo explicou o dirigente petista. “A reunião da Frente Brasil Popular de Sergipe define uma ampla mobilização com participação popular para conseguirmos garantir o direito de Lula ser candidato e na luta contra a Reforma da Previdência. Foi uma plenária que conseguiu construir comitês em 21 cidades, comitê das Juventudes, comitê das religiões de matrizes africana com uma diversidade de movimentos sociais e popular. Todas essas ações tem como central denunciar os inimigos do povo que querem impedir a candidatura de Lula.”

Jefferson Lima durante plenária da FBPFoto: Divulgação PT-SE

Estiveram presentes lideranças das cidades de Aracaju, Barra dos Coqueiros, Ribeirópolis, Simão Dias, Itaporanga, Carira, Malhador, Estância, Indiaroba, Porto da Folha, Própria, Lagarto, Nossa Senhora do Socorro, Malhada dos Bois , Canindé do São Francisco, Cristinápolis, Neópolis, Brejo Grande, Itabaianinha
e Poço Redondo.

Comitês populares

Os Comitês Populares em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser candidato à Presidência da República são uma articulação com o objetivo de envolver os movimentos sociais, populares, sindicais, artistas, sociedade civil e toda militância petista, assim como os partidos do campo democrático e popular.

“Desde o golpe sofrido após o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, é preciso organizar a classe trabalhadora e setores médios da sociedade para a manutenção do processo democrático”, define a presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann.

Da Redação da Agência PT de Notícias