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Saúde

  • Nesta segunda-feira (24), quando o país ultrapassa a marca de 3,6 milhões de infectados pelo coronavírus e 115 mil mortes, presidente participou de evento para promover o uso da hidroxicloroquina como solução milagrosa para tratamento de pacientes infectados. ‘Brasil de Fato’ revela que governo fora desaconselhado pela Anvisa sobre uso da droga. No evento, Bolsonaro não lamentou as mortes e voltou a insultar a imprensa. “O genocida não citou uma ação sequer que justificasse o nome do evento [Vencendo a Covid-19]. Apenas exaltou a cloroquina, ofendeu jornalistas, simulou choro e se auto-elogiou. Um desrespeito à memória das vítimas e à dor das famílias”, critica a deputada federal e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann
  • Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Ghebreyesus prevê fim da pandemia em até dois anos. “Acima de tudo, se conseguirmos unir esforços, usar ao máximo os recursos disponíveis e torcer para que possamos ter ferramentas complementares como as vacinas, acho que podemos acabar [a pandemia] em um período de tempo mais curto do que a gripe de 1918”, disse
  • Nesta quinta-feira (20), país ultrapassou 3,5 milhões de infecções e 112.423 óbitos, de acordo com balanço do consórcio de veículos de imprensa. Também foram registradas mais 1.234 vítimas fatais em 24 horas, e 44.684 mil novos contágios. Em mais um arroubo demagógico, o presidente Jair Bolsonaro debocha do sofrimento da população ao elogiar a desastrosa atuação do governo no combate à pandemia
  • Proposta orçamentária de 2021 será entregue ao Congresso Nacional no fim do mês e retoma Teto de Gastos estabelecido pela Emenda 95, responsável pelo corte de R$ 20 bi entre 2018 e 2020. Petição Pública lançada pelo Conselho Nacional de Saúde defende um piso emergencial de R$ 168,7. “Reconhecer a importância do SUS requer, no curto prazo, a aprovação de um piso emergencial para 2021 que evite perdas bilionárias”, afirmam especialistas. Em função da pandemia, o país necessita de mais serviços públicos de saúde, tanto por razões sociais como econômicas, justificam. “O Congresso Nacional não pode ficar de costas para os anseios da sociedade”, alertam Bruno Moretti, Carlos Ocké e Francisco Funcia, em artigo
  • Mundo passa dos 22 milhões de casos da doença e mais 780 mil mortes. Nesta terça-feira (18), o Brasil registrou 3.370.362 contaminações e 108.900 vítimas fatais, segundo consórcio de veículos de imprensa. Após anúncio do registro da patente de uma vacina contra o coronavírus pela China, autoridades de saúde voltaram a adotar tom cauteloso. “Não é possível dizer com segurança total se teremos uma vacina em seis meses”, disse o diretor assistente da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Jarbas Barbosa. Ele reforçou a necessidade de manutenção do protocolo de medidas preventivas como o distanciamento social e o uso de máscaras
  • Levantamento da Rede de Pesquisa Solidária aponta que o presidente Jair Bolsonaro negligenciou combate ao vírus desde o início do surto no país, em fevereiro. “Desde março, de forma orquestrada, o governo federal adotou medidas para fragilizar as políticas estaduais e municipais voltadas para aumentar o distanciamento físico. Em consequência, hoje o país se encontra em situação de alto risco”, alerta boletim da organização, que reúne mais de 70 pesquisadores. País tem 108.054 mortes por coronavírus e 3.343.925 casos da doença, segundo consórcio de veículos de imprensa
  • Enquanto ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, alardeia suposta alta demanda por hidroxicloroquina, levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde revela que mais de 84% dos estados não possuem reserva de medicamentos para intubação de pacientes com Covid-19 em estado grave. Com caos instalado, hospitais não podem tratar doentes com recomendação de intubação, o que já levou pacientes ao óbito. Pandemia mantém platô alto de mortes e infecções diárias: nesta sexta-feira (14), foram confirmadas 105.791 mortes e 3.238.216 casos de Covid-19
  • Enquanto a mídia duvida da capacidade de adesão do governo em cumprir as promessas de mais arrocho ao povo, com manutenção da política fiscal suicida, o país segue no caminho do desastre: desemprego recorde, dívida pública crescente e queda da economia. Ao prometer lealdade aos interesses dos bancos, o presidente corta verbas para saúde e educação
  • Daqui a duas semanas os kits serão distribuídos para dois mil voluntários. Entre eles, os profissionais da área de saúdes. Emirados Árabes, Arábia Saudita e México também participarão dos estudos, que incluem o estado do Paraná. Alexandre Padilha rejeita hipótese de “guerra” pela primazia do medicamento e alerta que ele deve ser para todos