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Saúde

  • Levantamento da Rede de Pesquisa Solidária aponta que o presidente Jair Bolsonaro negligenciou combate ao vírus desde o início do surto no país, em fevereiro. “Desde março, de forma orquestrada, o governo federal adotou medidas para fragilizar as políticas estaduais e municipais voltadas para aumentar o distanciamento físico. Em consequência, hoje o país se encontra em situação de alto risco”, alerta boletim da organização, que reúne mais de 70 pesquisadores. País tem 108.054 mortes por coronavírus e 3.343.925 casos da doença, segundo consórcio de veículos de imprensa
  • Enquanto ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, alardeia suposta alta demanda por hidroxicloroquina, levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde revela que mais de 84% dos estados não possuem reserva de medicamentos para intubação de pacientes com Covid-19 em estado grave. Com caos instalado, hospitais não podem tratar doentes com recomendação de intubação, o que já levou pacientes ao óbito. Pandemia mantém platô alto de mortes e infecções diárias: nesta sexta-feira (14), foram confirmadas 105.791 mortes e 3.238.216 casos de Covid-19
  • Enquanto a mídia duvida da capacidade de adesão do governo em cumprir as promessas de mais arrocho ao povo, com manutenção da política fiscal suicida, o país segue no caminho do desastre: desemprego recorde, dívida pública crescente e queda da economia. Ao prometer lealdade aos interesses dos bancos, o presidente corta verbas para saúde e educação
  • Daqui a duas semanas os kits serão distribuídos para dois mil voluntários. Entre eles, os profissionais da área de saúdes. Emirados Árabes, Arábia Saudita e México também participarão dos estudos, que incluem o estado do Paraná. Alexandre Padilha rejeita hipótese de “guerra” pela primazia do medicamento e alerta que ele deve ser para todos
  • Somente no mês de julho, cerca de 200 mil adolescentes foram infectados e mais de 200 morreram na região, aponta diretora da OPAS, Carissa  Etienne. No Brasil, com reabertura de bares e restaurantes e o plano de volta às aulas em alguns estados, especialistas temem agravamento do contágio entre a população jovem. Coordenador do Consórcio Comitê do Nordeste, neurocientista Miguel Nicolelis condena o que considera uma tentativa “obsessiva” de retorno à normalidade: “o mundo como conhecíamos morreu”, adverte. Nesta quarta-feira (12), o país registrou 103,4 mil  mortes e 3,1 milhões de casos de Covid-19
  • Em nova série de ataques a governadores e prefeitos, Planalto distribuiu a partidos da base aliada uma lista de estados e municípios com altos índices de casos e mortes por Covid-19, numa tentativa de associar os dados a adversários. “Será que Bolsonaro assumirá seus erros ou só jogará tudo na conta dos governos estaduais que têm tentando combater a pandemia com as ferramentas que possuem, sem nenhuma ajuda do governo federal?”, questiona o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP). Mais de 60 parlamentares, representantes de institutos de pesquisa, professores universitários britânicos, entre outras personalidades, assinaram manifesto denunciando Bolsonaro pela negligência no combate à pandemia no Brasil
  • Agências de notícias e diários internacionais repercutem trágica marca de 100 mil mortos no país e omissão do Palácio do Planalto na resposta à pandemia. “Sua indiferença e falta de empatia não passam despercebidas”, ressalta a correspondente da ‘BBC’ e  especialista em América do Sul, Katy Watson. “Sua falta de liderança continua sendo profundamente preocupante, principalmente com a reabertura do país e o vírus ainda sem controle”, aponta Watson. Ex-técnico do Ministério da Saúde, Julio Croda revelou ao ‘New York Times’ que Bolsonaro fora alertado sobre o trágico patamar em março. “A Presidência não acreditou nesses números”, relata Croda. Em meio ao caos, ministro interino Eduardo Pazuello agora afirma que o governo apoia o isolamento social