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Bolsonaro genocida

  • Reportagem especial do diário americano relembra como atitudes dos dois líderes de extrema direita permitiram a rápida disseminação do vírus nas Américas, provocando milhares de mortes. “Os dois presidentes expulsaram 10 mil médicos e enfermeiros cubanos, cortaram financiamento da principal agência de saúde da região [a Organização Pan-Americana da Saúde] e promoveram erroneamente a hidroxicloroquina como cura”, aponta o tradicional jornal novaiorquino
  • General será efetivado por Bolsonaro como titular na pasta da Saúde nesta quarta-feira (16). Em 120 dias de comando interino de Eduardo Pazuello no ministério, a pandemia deixou um rastro de destruição no país: são 4.349.723 contaminações e 132.125 mortos, ante 220 mil casos e 14,9 mil mortes em 15 de maio, quando o general assumiu a pasta interinamente
  • A destruição de políticas e instrumentos de administração do abastecimento de alimentos atinge as famílias mais pobres, que sofrem para botar comida na mesa. Enquanto isso, exportadores e grandes produtores ganham dinheiro com a exportação, redução do número de funcionários e até incentivos do governo
  • “Quando o interesse público, coletivo, está em jogo, a liberdade individual perde o sentido”, defende o senador e ex-ministro da Saúde, Humberto Costa (PT-PE). “Nenhum direito fundamental é absoluto, ou seja, o direito à liberdade não é absoluto a ponto de estar acima do direito à saúde das outras pessoas”, afirma a professora de direito constitucional Estefânia Barbosa da UFPR. Campanha contra vacinação fere artigo 196 da Constituição Federal, que determina que saúde é um direito de todos e um dever do Estado
  • É a primeira vez na história do país que o movimento negro organizado pede o impeachment de um presidente da República. O pedido aponta os crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro contra a vida da população negra na condução do combate à pandemia. O inédito pedido de impeachment é assinado por 600 entidades e diversas personalidades, negras e brancas.
  • Incapaz de demonstrar empatia e solidariedade, presidente volta a minimizar tragédia de famílias brasileiras. Enquanto Bolsonaro desrespeita a população em mais um ato de omissão, o país ultrapassa a marca de 100 mil óbitos neste final de semana e se aproxima dos 3 milhões de infectados com 2.927.807 casos de Covid-19. “A dor das famílias que perderam alguém na pandemia não tem valor para Bolsonaro”, lamenta a presidente do PT e deputada federal Gleisi Hoffman
  • Denunciando Bolsonaro por “falhas graves e mortais”, a Rede Sindical Brasileira Unisaúde ingressou com a ação no Tribunal Penal Internacional, em Haia, na Holanda, no final de semana. Além de entidades médicas, as centrais sindicais CUT, Nova Central Sindical e UGT e o MST também assinam a ação. Para as entidades, Bolsonaro colocou em risco a população ao causar aglomerações, não usar máscara e promover uso da hidroxicloroquina