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Coronavírus

  • Enquanto presidente acusa imprensa de politizar pandemia, critica governadores e enaltece a atuação desastrosa do governo com fake news sobre auxílio emergencial, o Brasil voltou a registrar alta na média de óbitos e infecções por Covid-19. Nesta terça-feira (22), país atingiu marca de 137.445 mil mortes e mais 4,5 milhões de infecções confirmadas. “Bolsonaro reinventou as fake news”, reagiu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ídolo de Bolsonaro, Trump cobra da ONU uma responsabilização da China pela pandemia no mesmo dia em que os EUA ultrapassam marca de 200 mil vítimas fatais por coronavírus
  • Estudo conduzido pelo neurocientista Miguel Nicolelis, divulgado com exclusividade pela agência de notícias ‘Reuters’,  aponta uma correlação entre dengue e coronavírus que pode levar a uma possível imunização contra ação da Covid-19. “Se comprovada correta em futuros estudos, esta hipótese pode significar que a infecção pela dengue ou uma eventual imunização com uma vacina eficaz e segura para dengue poderia produzir algum tipo de proteção imunológica para SARS-CoV-2, antes de uma vacina para SARS-CoV-2 se tornar disponível”, observa o estudo.
  • Enquanto o mundo passa de 30 milhões de casos e caminha para registrar 1 milhão de mortes, Alemanha, Espanha, França, Reino Unido, Holanda e outros países precisam se preparar para a chegada do inverno e aumento de óbitos, alerta a OMS. Na semana passada, a Europa foi sacudida por uma onda de infecções que atingiu mais de 300 mil pessoas. O número supera os casos registrados durante o primeiro pico da pandemia. Novo epicentro do surto na Europa, Madri restringe circulação de 858 mil pessoas
  • País ocupa 4º lugar no ranking internacional de mortes por Covid-19 entre profissionais de saúde, com pelo menos 634 vítimas fatais por causa da doença. Em São Paulo, número de óbitos entre motoristas e cobradores de ônibus subiu 42, 3% em menos de dois meses. PT apresentou projeto de decreto legislativo para recolocar a Covid-19 na lista de doenças ocupacionais, após ser retirada pelo governo. “Na prática, o Ministério da Saúde proibiu que o trabalhador tenha acesso a direitos essenciais, especialmente aqueles que estão na linha de frente do combate à pandemia, como os do SUS”, afirmou o senador Humberto Costa, autor do projeto
  • Especialistas alertam que número de mortes – média entre 800 e 900 por dia – é alto e indica que não é momento para afrouxar medidas de controle do surto. No final de semana, capitais voltaram a ter aglomerações, com praias, bares e parques lotados. Consórcio de veículos de imprensa contabiliza 131.736 óbitos no país e 4,3 milhões de casos da doença. OMS alerta para aumento de mortes na Europa em outubro e novembro
  • Levantamento da União Pró-Vacina, ligada à USP Ribeirão Preto, indica que nota da Secom, que oficializou frase do presidente “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina” foi replicada nas redes sociais de grupos antivacina, gerando milhares de compartilhamentos. Ao contrário da Secom, que divulgou rapidamente a peça de sabotagem ao combate à pandemia nas redes do governo, a página do Ministério da Saúde no Facebook, dedicada a informar a população sobre a importância das vacinas, não divulga qualquer conteúdo desde o início de junho
  • Reportagem do ‘Estado de S. Paulo’ revela que pasta da Saúde mantém desde julho os mesmos quase 10 milhões de testes “padrão ouro” para diagnóstico de Covid-19 parados por falta de insumos. Enquanto isso, negócios com hidroxicloroquina seguem em alta no ministério, que quintuplicou o envio da droga para unidades do SUS entre março e julho. Diretor de emergências da OMS alerta sobre campanha de desinformação de Bolsonaro
  • Surfando na incompetência de Paulo Guedes, o governo consegue um feito: piorar as condições de trabalho da maioria da população. Enquanto isso, empresas multinacionais se preparam para fazer demissões. A máquina de desemprego do Planalto vai bater recorde em 2020, ampliando o número de trabalhadores sem carteira assinada e aumentando a desigualdade. País já tem 27 milhões de trabalhadores que não procuram ocupação
  • Neste 7 de Setembro, o ex-presidente da República se coloca à disposição do país e defende novo contrato social em que a economia esteja a serviço dos brasileiros e não de uma minoria. “O essencial hoje é vencer a pandemia, defender a vida e a saúde do povo. É pôr fim a esse desgoverno e acabar com o teto de gastos que deixa o Estado brasileiro de joelhos diante do capital financeiro nacional e internacional”, aponta
  • Ao definir corte de R$ 300 do auxílio emergencial, governo mostra preferência pela ajuda aos banqueiros. Há dez dias, Conselho Monetário Nacional aprovou a transferência de R$ 325 bilhões de lucro do Banco Central para a conta do Tesouro, a fim de amortizar dívidas. Enquanto isso, mesmo debaixo de crise, bancos mantêm lucros bilionários. Em 2019, em plena crise, setor financeiro amealhou nada menos que R$ 81,5 bilhões
  • “A perda prevista para 2021 deve interferir de forma drástica em inúmeras ações do Sistema Único de Saúde, visto que haverá demanda reprimida diante da pandemia, além da ausência de recursos para manutenção do legado adquirido”, alerta a Comissão de Orçamento e Financiamento (Cofin) do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Propaganda enganosa do Ministério da Saúde omite baixa execução orçamentária de recursos emergenciais para o combate à pandemia. Há recursos não empenhados desde abril
  • No fim de semana, praias do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Salvador receberam multidões, que não hesitaram em desobedecer as regras de isolamento social e o uso de máscaras. Brasil ultrapassou a marca de 120 mil mortos e chega cada vez mais perto de registrar 4 milhões de casos de Covid-19. “A banalização da tragédia é comum no Brasil. Na Covid-19 isso é muito perigoso, porque o número de óbitos pode aumentar de forma trágica”, alerta Alexandre Naime, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia