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Coronavírus

  • Um dia após a eleição americana, os EUA bateram recorde de novos casos de coronavírus, registrando 103 mil infecções e mais de mil mortes em 24 horas. Nesta quinta-feira (5), o país ultrapassou a marca de 240 mil mortos e se aproxima de 10 milhões de infecções, com 9,8 milhões de americanos contaminados. Especialistas preveem inverno “doloroso”. Na Europa, óbitos subiram 43% em sete dias. Brasil volta a registrar alto número de vítimas fatais na quarta-feira (4), quando foram computados 622 óbitos
  • Nesta segunda-feira (2), país tem 160,1 mil mortes confirmadas após oito meses de pandemia. O consórcio de veículos de imprensa também registrou 5,5 milhões de infecções por coronavírus. Em mais uma demonstração de desprezo pela vida humana, Bolsonaro afirma “não entender” medidas como ‘lockdown’, adotado no França. “Minha solidariedade à cada uma e cada um desses brasileiros que perderam seus entes queridos”, lamenta o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE)
  • Saúde reduz aplicação de testes em momento crucial da pandemia e país segue no escuro em relação à escalada do surto. Brasil tem 5,4 milhões de casos de Covid-19 registrados e 158,4 mil óbitos nesta quarta-feira (28). Média móvel de mortes ainda continua no elevado patamar de 430 óbitos diários. Na Europa, explosão de casos força ‘lockdown’ na França e na Alemanha.
  • Alemanha contabilizou 11,2 mil infecções em 24 horas e quadro é considerado gravíssimo. No Brasil, especialistas apontam recrudescimento da pandemia nos próximos meses se medidas de precaução não forem mantidas e ampliadas. “Temos que nos preparar agora. Isso significa pensar em fechar o espaço aéreo brasileiro, reabastecer de máscaras, testes, EPIs, medicamentos”, afirma o neurocientista Miguel Nicolelis, do Consórcio Comitê do Nordeste. O mundo registra 41,9 milhões de casos e mais de 1,1 milhão de mortes. No Brasil, até agora, 5,3 milhões de pessoas foram infectadas e 155,5 mil morreram em decorrência da doença
  • Caos social e desgoverno de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia mantém o país no 2º lugar no número de mortes, atrás apenas dos EUA. E o agravamento da crise econômica ameaça populações vulneráveis. Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores de universidades brasileiras e publicado na revista científica ‘The Lancet Global Health’, aponta prevalência do vírus entre indígenas e mais pobres. Brasil agora registra 4,7 milhões de casos e 142,2 mil mortes por Covid-19, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. “Não importa a situação de um país no surto, nunca é tarde para mudar as coisas”, pede diretor-geral da OMS
  • Foram quase dois milhões de infecções entre 14 e 20 de setembro, o maior registro semanal desde o início do surto, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Exceto pela África, todas as regiões registraram alta no ritmo de contaminações, que já somam 31,9 milhões de casos. Com Europa mergulhada em uma segunda onda, Reino Unido estuda novo ‘lockdown’ após explosão de casos. Longe de quadro de controle no Brasil, sete estados apresentam alta no índice de mortes, o maior aumento em um mês. Nesta quarta-feira (23), país contabiliza 138.410 mortes por coronavírus e 4,6 milhões de contaminações