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Eleições 2020

  • “Sou muito grata por todo o apoio, carinho e força que recebi de todo mundo, aqui e nas ruas”, afirmou a candidata do PT à Prefeitura do Recife, Marília Arraes, lembrando os quase 350 mil votos que recebeu dos recifenses. “Nós temos a consciência tranquila de que fizemos uma campanha bonita, limpa”, disse, após o anúncio do resultado. “É importante dizer que desde 2006 nenhuma candidatura do PSB tinha essa dificuldade de ganhar uma eleição. Nós fomos ao segundo turno com praticamente o mesmo percentual de votos e chegamos aqui com uma votação expressiva. Isso mostra a insatisfação das pessoas com a atual gestão”
  • Pesquisas apontam o petista com mais de 60% dos votos válidos, apesar da disseminação de fake news na reta final do segundo turno. “É com entusiasmo que vejo esse resultado da pesquisa. Tenho certeza que esse é o voto da esperança, da mudança e da vontade de ver nossa cidade melhor”, celebrou o petista
  • Na reta final, candidata a prefeita do PT reforça sentimento de renovação na população da capital pernambucana. “O Recife não aguenta mais quatro anos de uma gestão que tem abandonado a nossa cidade”, disse Marília, neste sábado (28). Na sexta (27), ela participou do último debate antes da eleição, transmitido pela TV Globo. Marília apresentou propostas para gerar emprego e renda e reafirmou seu compromisso em devolver a cidade aos recifenses. “Falta só um dia para a gente escrever uma nova história no Recife”, festejou Marília
  • Grupo de 70 juristas de Pernambuco e de outros estados lançaram, na quinta-feira (26), manifesto de repúdio a dezenas de fake news, ataques covardes e mentirosos contra Marília Arraes, candidata a Prefeita do Recife pelo PT. “No início do 2º turno no Recife, após as pesquisas eleitorais apontarem o favoritismo da primeira mulher que pode governar a prefeitura da cidade, a campanha do candidato João Campos passou a praticar o desprezo da ética e o aviltamento da autodeterminação do eleitorado recifense, através de notícias falsas e ataques repugnantes em qualquer processo democrático”, condenam os juristas