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Impeachment de Bolsonaro

  • Os crimes, segundo o líder da Minoria na Câmara dos Deputados, José Guimarães (CE), estão previstos em sete normas previstas na Constituição e na Lei do Impeachment, de 1950. “O pedido de impeachment está embasado no direito supremo à vida”, afirmou. Ele citou como exemplo as mortes ocorridas em Manaus por asfixia de pacientes de Covid que não tiveram oxigênio por incompetência e insensibilidade do governo federal
  • Nova edição do ato ‘Stop Bolsonaro’ acontece no próximo domingo, 31, com ações em todo o mundo. Também no domingo, a mobilização pelo impeachmentno país terá protestos em dezenas de capitais do Brasil e do mundo, com adesão dos partidos de oposição e de entidades sociais. Para a presidenta Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, a participação popular e da sociedade civil será decisiva para “livrar o país e o povo do caos sanitário, econômico e social imposto por Bolsonaro e seu governo”
  • Religiosos entraram com pedido de impeachment contra Bolsonaro por negligência no combata à pandemia. O pedido é assinado por padres católicos, anglicanos, luteranos, metodistas e também pastores. A iniciativa tem apoio do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB e da Aliança de Batistas do Brasil. É a primeira vez que representantes religiosos encaminham uma denúncia contra o presidente por crime de responsabilidade
  • Evento virtual que reuniu mais de 400 militantes de organizações sociais, partidárias e sindicais também deliberou ações pelo enfrentamento da crise sanitária com vacinação em massa, fortalecimento do SUS e medidas de distanciamento social e também da crise econômica, com a retomada do auxílio emergencial, defesa do Programa de Proteção ao Emprego, luta contra o Teto dos gatos e contra a Reforma administrativa.
  • Ministério da Saúde admite em nota que empresa ofereceu 70 milhões de doses do imunizante americano mas ignorou acordo por considerar cláusulas “abusivas”. Episódio aumenta pressão por impeachment. “Essa nota é pura confissão de culpa, perdemos 70 milhões de doses nessa brincadeira! Criminoso, Bolsonaro estaria no banco dos réus em qualquer lugar do mundo”, reagiu a presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR)
  • Em entrevista ao site ‘Tutaméia’, ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa defende a saída das Forças Armadas do governo. Diplomata apela à sensatez de oficiais do comando com quem conviveu: “Talvez alguns tivessem a ilusão de que poderiam tutelar o presidente. O Bolsonaro é intutelável”
  • Mobilização nacional começa neste sábado (23) com frentes populares, partidos de oposição, sindicalistas e representantes de movimentos sociais. Entre as bandeiras de luta, além do impedimento de Jair Bolsonaro, o enfrentamento da crise sanitária com vacinação para toda a população e o fortalecimento do SUS. A retomada do auxilio emergencial e a proteção ao emprego, bem como a luta contra o teto de gastos e a reforma administrativa também são alvos da campanha. A organização alerta para a necessidade de protestar com segurança, respeitando os protocolos sanitários
  • Reportagem exclusiva detalha o levantamento ‘Direitos na Pandemia – Mapeamento e Análise das Normas Jurídicas de Resposta à Covid-19 no Brasil’, da USP, que aponta como o governo agiu de forma sistemática, por meio de medidas como normas e portarias, a favor da disseminação do vírus. “Nossa bancada vai propor convidar os pesquisadores da USP a apresentarem os resultados da pesquisa à Comissão Mista Especial do Congresso sobre a Covid-19”, afirma Gleisi Hoffmann, presidenta do PT. “Essa pesquisa já foi considerada neste último pedido de impeachment apresentado pela oposição”
  • No final de semana, carreatas agitam várias capitais e cidades do país em protestos contra o governo Bolsonaro. Partidos de Oposição, a Frente Brasil Popular, a Frente Povo sem Medo, entidades sindicais, estudantes e do movimento social vão às ruas. O movimento defende a vacinação para todas e todos, luta pelo auxílio emergencial e o impeachment do presidente genocida. Os organizadores alertam para a necessidade de protestar com segurança, respeitando os protocolos sanitários