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mortes por Covid-19

  • Comissão externa da Câmara promoveu, nesta terça-feira (4), audiência pública sobre o Plano Nacional de Enfrentamento à Pandemia, com participação dos deputados Alexandre Padilha (PT-SP) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ), autores do requerimento. Diante da negligência do governo federal em apresentar um conjunto de medidas para conter a escalada do vírus, o Conselho Nacional de Saúde mobilizou-se para a criação de um plano de diretrizes junto à sociedade civil. “Todos teremos que construir juntos essa coordenação nacional, infelizmente ela não virá do negacionismo, da postura de paralisia do governo federal”, afirmou Padilha. Segundo consórcio de imprensa, Brasil ultrapassou a marca de 95 mil óbitos e 2,7 milhões casos da doença
  • Em entrevista à rádios de Feira de Santana e do interior da Bahia, nesta sexta-feira (31), ex-presidente lamentou a tragédia brasileira: 91.607 mortes e e 2.625.612 casos de Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa. “A morte não pode doer só quando chega na casa da gente”, afirmou Lula. Ele também criticou a conduta de Jair Bolsonaro diante da pandemia, responsabilizando o líder de extrema direita pela crise: “o presidente da República estimula a anarquia, estimula o desrespeito, estimula a desobediência”, criticou Lula. “Isso poderia ter sido evitado, a gente poderia ter menos mortes, a gente poderia ter mais tranquilidade de enfrentar esse vírus desconhecido”
  • No momento mais agudo da pandemia, presidente Jair Bolsonaro provoca aglomerações e retira máscara, desrespeitando orientações de autoridades de saúde durante viagem ao Piauí e à Bahia. Com recorde de mais de 69 mil novos casos diários de Covid-19, Brasil registra 90.383 mortes e 2.566.765 infecções da doença.”Quando vamos sair do torpor e nos darmos conta da verdadeira dimensão do que acontece no Brasil neste momento?”, indaga o coordenador do Comitê Científico Consórcio do Nordeste, Miguel Nicolelis. Em uma semana, prevê ele, o país deverá chegar a 100 mil mortos, o dobro das vidas perdidas na Guerra do Paraguai, que durou 6 anos
  • Contando com o Caribe, região responde por 4,34 milhões de infectados e ultrapassa América do Norte, que registra 4,23 milhões. Mundo tem 16,5 milhões de casos da doença. O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde OMS), Tedros Adhanom, afirmou que a pandemia do novo coronavírus é a pior emergência global já enfrentada na história da entidade. “Estamos pedindo a todos que tratem as decisões sobre aonde vão, o que fazem e com quem se encontram como decisões de vida ou morte – porque elas o são”, alertou
  • De um total de 15,7 milhões, cerca de 8,4 milhões estão concentrados nas Américas. EUA ultrapassa a marca de 4,1 milhões de infectados e volta a registrar aumento na média de mortes diárias. Ao subestimar valor da ciência, líderes populistas como Trump e Bolsonaro falharam no combate à pandemia, aponta ‘Associated Press’. “Os países que lideram o ranking mundial de mortes por Covid-19 não são os mais pobres, os mais ricos ou até os mais densamente povoados. Mas eles têm uma coisa em comum: são liderados por populistas”, destaca a agência
  • Enquanto país volta a ter alta no registro de mortes diárias – 1.367, entre segunda e terça-feira, o segundo mais alto desde o início da pandemia – TCU confirma omissão da Saúde no repasse de verbas emergenciais para combate à pandemia, denunciada pela ‘Agência PT ‘de Notícias no mês passado. Segundo relatório do TCU, obtido pela ‘Folha’, dos R$ 38,9 bilhões prometidos a estados e municípios, R$ 11,4 bilhões saíram dos cofres públicos até 25 de junho, apenas 29% do total
  • “A imunidade de rebanho só acontece com uma vacina — que não existe — ou quando muita gente adquire naturalmente anticorpos. Se hoje já morreram mais de 76 mil pessoas, seria ético esperar contaminar 60% a 70% da população e deixar morrer quase 1 milhão para então atingir a imunidade de rebanho? É óbvio que não. A ideia de mirar a imunidade de rebanho como uma política de saúde é absurda, mal pensada e antiética”, afirma o epidemiologista Pedro Hallal
  • Mais de quatro meses depois do anúncio primeiro caso de Covid-19, país paga preço alto pela negligência do presidente Jair Bolsonaro, com o registro de 76.688 mil mortos e 2.012.151 contaminados. Fracasso do Brasil na guerra contra a Covid-19 só é comparável ao dos EUA, que já ultrapassou 3,6 milhões de contaminados e 140 mil mortos. Negacionista como o presidente americano, Donald Trump, Bolsonaro previu que o país teria menos de 800 mortos