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mortes por Covid-19

  • Mundo passa dos 22 milhões de casos da doença e mais 780 mil mortes. Nesta terça-feira (18), o Brasil registrou 3.370.362 contaminações e 108.900 vítimas fatais, segundo consórcio de veículos de imprensa. Após anúncio do registro da patente de uma vacina contra o coronavírus pela China, autoridades de saúde voltaram a adotar tom cauteloso. “Não é possível dizer com segurança total se teremos uma vacina em seis meses”, disse o diretor assistente da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Jarbas Barbosa. Ele reforçou a necessidade de manutenção do protocolo de medidas preventivas como o distanciamento social e o uso de máscaras
  • Levantamento da Rede de Pesquisa Solidária aponta que o presidente Jair Bolsonaro negligenciou combate ao vírus desde o início do surto no país, em fevereiro. “Desde março, de forma orquestrada, o governo federal adotou medidas para fragilizar as políticas estaduais e municipais voltadas para aumentar o distanciamento físico. Em consequência, hoje o país se encontra em situação de alto risco”, alerta boletim da organização, que reúne mais de 70 pesquisadores. País tem 108.054 mortes por coronavírus e 3.343.925 casos da doença, segundo consórcio de veículos de imprensa
  • Enquanto ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, alardeia suposta alta demanda por hidroxicloroquina, levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde revela que mais de 84% dos estados não possuem reserva de medicamentos para intubação de pacientes com Covid-19 em estado grave. Com caos instalado, hospitais não podem tratar doentes com recomendação de intubação, o que já levou pacientes ao óbito. Pandemia mantém platô alto de mortes e infecções diárias: nesta sexta-feira (14), foram confirmadas 105.791 mortes e 3.238.216 casos de Covid-19
  • Em reunião com diretor da Organização Mundial de Saúde e representantes de países, ministro interino envergonha nação e ignora mais de 104 mil mortos pela doença, citando apenas “recuperados”. Nesta quinta-feira (13), dia em que o país completa três meses sem ministro da Saúde, país registra 104.528 mortos e 3.180.758 casos de Covid-19, segundo atualização do consórcio de veículos de imprensa
  • Somente no mês de julho, cerca de 200 mil adolescentes foram infectados e mais de 200 morreram na região, aponta diretora da OPAS, Carissa  Etienne. No Brasil, com reabertura de bares e restaurantes e o plano de volta às aulas em alguns estados, especialistas temem agravamento do contágio entre a população jovem. Coordenador do Consórcio Comitê do Nordeste, neurocientista Miguel Nicolelis condena o que considera uma tentativa “obsessiva” de retorno à normalidade: “o mundo como conhecíamos morreu”, adverte. Nesta quarta-feira (12), o país registrou 103,4 mil  mortes e 3,1 milhões de casos de Covid-19
  • Em nova série de ataques a governadores e prefeitos, Planalto distribuiu a partidos da base aliada uma lista de estados e municípios com altos índices de casos e mortes por Covid-19, numa tentativa de associar os dados a adversários. “Será que Bolsonaro assumirá seus erros ou só jogará tudo na conta dos governos estaduais que têm tentando combater a pandemia com as ferramentas que possuem, sem nenhuma ajuda do governo federal?”, questiona o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP). Mais de 60 parlamentares, representantes de institutos de pesquisa, professores universitários britânicos, entre outras personalidades, assinaram manifesto denunciando Bolsonaro pela negligência no combate à pandemia no Brasil
  • Agências de notícias e diários internacionais repercutem trágica marca de 100 mil mortos no país e omissão do Palácio do Planalto na resposta à pandemia. “Sua indiferença e falta de empatia não passam despercebidas”, ressalta a correspondente da ‘BBC’ e  especialista em América do Sul, Katy Watson. “Sua falta de liderança continua sendo profundamente preocupante, principalmente com a reabertura do país e o vírus ainda sem controle”, aponta Watson. Ex-técnico do Ministério da Saúde, Julio Croda revelou ao ‘New York Times’ que Bolsonaro fora alertado sobre o trágico patamar em março. “A Presidência não acreditou nesses números”, relata Croda. Em meio ao caos, ministro interino Eduardo Pazuello agora afirma que o governo apoia o isolamento social
  • Incapaz de demonstrar empatia e solidariedade, presidente volta a minimizar tragédia de famílias brasileiras. Enquanto Bolsonaro desrespeita a população em mais um ato de omissão, o país ultrapassa a marca de 100 mil óbitos neste final de semana e se aproxima dos 3 milhões de infectados com 2.927.807 casos de Covid-19. “A dor das famílias que perderam alguém na pandemia não tem valor para Bolsonaro”, lamenta a presidente do PT e deputada federal Gleisi Hoffman
  • Coordenador do Laboratório de Inteligência em Saúde da USP, Domingos Alves acertou previsão sobre patamar atual de vítimas fatais. “O plano é sacrificar o povo brasileiro para alcançar uma pseudo-recuperação econômica”, denuncia Alves, em entrevista à agência ‘AFP News’. Negligente, Bolsonaro fala em “mundo civilizado” enquanto promove barbárie de quase 100 mil mortos
  • Nesta quarta-feira (5), Ministério da Saúde noticiou 97.256 óbitos por causa da doença, ao mesmo tempo em que o país ultrapassou os 2,8 milhões de casos. Levantamento da Rede de Pesquisa Solidária, que reúne mais de 40 pesquisadores e entidades nacionais, indica que todos os estados estão nas zonas mais elevadas de risco de contaminação. “O momento da pandemia no Brasil é grave, não há nenhum estado com risco baixo”, afirma Tatiane Moraes de Souza, pesquisadora da Fiocruz. “Quando a gente naturaliza 100 mil óbitos, é como se não houvesse alternativa. E existe alternativa, existem políticas de controle da pandemia que podem ser adotadas”, alerta
  • Comissão externa da Câmara promoveu, nesta terça-feira (4), audiência pública sobre o Plano Nacional de Enfrentamento à Pandemia, com participação dos deputados Alexandre Padilha (PT-SP) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ), autores do requerimento. Diante da negligência do governo federal em apresentar um conjunto de medidas para conter a escalada do vírus, o Conselho Nacional de Saúde mobilizou-se para a criação de um plano de diretrizes junto à sociedade civil. “Todos teremos que construir juntos essa coordenação nacional, infelizmente ela não virá do negacionismo, da postura de paralisia do governo federal”, afirmou Padilha. Segundo consórcio de imprensa, Brasil ultrapassou a marca de 95 mil óbitos e 2,7 milhões casos da doença
  • Em entrevista à rádios de Feira de Santana e do interior da Bahia, nesta sexta-feira (31), ex-presidente lamentou a tragédia brasileira: 91.607 mortes e e 2.625.612 casos de Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa. “A morte não pode doer só quando chega na casa da gente”, afirmou Lula. Ele também criticou a conduta de Jair Bolsonaro diante da pandemia, responsabilizando o líder de extrema direita pela crise: “o presidente da República estimula a anarquia, estimula o desrespeito, estimula a desobediência”, criticou Lula. “Isso poderia ter sido evitado, a gente poderia ter menos mortes, a gente poderia ter mais tranquilidade de enfrentar esse vírus desconhecido”