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mortes por Covid-19

  • Saúde reduz aplicação de testes em momento crucial da pandemia e país segue no escuro em relação à escalada do surto. Brasil tem 5,4 milhões de casos de Covid-19 registrados e 158,4 mil óbitos nesta quarta-feira (28). Média móvel de mortes ainda continua no elevado patamar de 430 óbitos diários. Na Europa, explosão de casos força ‘lockdown’ na França e na Alemanha.
  • Reportagem especial do diário americano relembra como atitudes dos dois líderes de extrema direita permitiram a rápida disseminação do vírus nas Américas, provocando milhares de mortes. “Os dois presidentes expulsaram 10 mil médicos e enfermeiros cubanos, cortaram financiamento da principal agência de saúde da região [a Organização Pan-Americana da Saúde] e promoveram erroneamente a hidroxicloroquina como cura”, aponta o tradicional jornal novaiorquino
  • Caos social e desgoverno de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia mantém o país no 2º lugar no número de mortes, atrás apenas dos EUA. E o agravamento da crise econômica ameaça populações vulneráveis. Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores de universidades brasileiras e publicado na revista científica ‘The Lancet Global Health’, aponta prevalência do vírus entre indígenas e mais pobres. Brasil agora registra 4,7 milhões de casos e 142,2 mil mortes por Covid-19, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. “Não importa a situação de um país no surto, nunca é tarde para mudar as coisas”, pede diretor-geral da OMS
  • Foram quase dois milhões de infecções entre 14 e 20 de setembro, o maior registro semanal desde o início do surto, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Exceto pela África, todas as regiões registraram alta no ritmo de contaminações, que já somam 31,9 milhões de casos. Com Europa mergulhada em uma segunda onda, Reino Unido estuda novo ‘lockdown’ após explosão de casos. Longe de quadro de controle no Brasil, sete estados apresentam alta no índice de mortes, o maior aumento em um mês. Nesta quarta-feira (23), país contabiliza 138.410 mortes por coronavírus e 4,6 milhões de contaminações
  • Enquanto presidente acusa imprensa de politizar pandemia, critica governadores e enaltece a atuação desastrosa do governo com fake news sobre auxílio emergencial, o Brasil voltou a registrar alta na média de óbitos e infecções por Covid-19. Nesta terça-feira (22), país atingiu marca de 137.445 mil mortes e mais 4,5 milhões de infecções confirmadas. “Bolsonaro reinventou as fake news”, reagiu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ídolo de Bolsonaro, Trump cobra da ONU uma responsabilização da China pela pandemia no mesmo dia em que os EUA ultrapassam marca de 200 mil vítimas fatais por coronavírus
  • País ocupa 4º lugar no ranking internacional de mortes por Covid-19 entre profissionais de saúde, com pelo menos 634 vítimas fatais por causa da doença. Em São Paulo, número de óbitos entre motoristas e cobradores de ônibus subiu 42, 3% em menos de dois meses. PT apresentou projeto de decreto legislativo para recolocar a Covid-19 na lista de doenças ocupacionais, após ser retirada pelo governo. “Na prática, o Ministério da Saúde proibiu que o trabalhador tenha acesso a direitos essenciais, especialmente aqueles que estão na linha de frente do combate à pandemia, como os do SUS”, afirmou o senador Humberto Costa, autor do projeto
  • General será efetivado por Bolsonaro como titular na pasta da Saúde nesta quarta-feira (16). Em 120 dias de comando interino de Eduardo Pazuello no ministério, a pandemia deixou um rastro de destruição no país: são 4.349.723 contaminações e 132.125 mortos, ante 220 mil casos e 14,9 mil mortes em 15 de maio, quando o general assumiu a pasta interinamente
  • Especialistas alertam que número de mortes – média entre 800 e 900 por dia – é alto e indica que não é momento para afrouxar medidas de controle do surto. No final de semana, capitais voltaram a ter aglomerações, com praias, bares e parques lotados. Consórcio de veículos de imprensa contabiliza 131.736 óbitos no país e 4,3 milhões de casos da doença. OMS alerta para aumento de mortes na Europa em outubro e novembro
  • Trechos de livro que traz relatos de conversas entre o jornalista Bob Woodward e Donald Trump mostram que ele sabia da letalidade e da alta transmissibilidade do coronavírus desde o fim de janeiro mas minimizou seus efeitos. Repetindo o gesto do ídolo, Jair Bolsonaro também omitiu-se quanto à gravidade da doença, classificando o vírus de “gripezinha”. Oito meses depois, Brasil e EUA registram, juntos, 324,3 mil mortos e 10,7 milhões de casos
  • No fim de semana, praias do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Salvador receberam multidões, que não hesitaram em desobedecer as regras de isolamento social e o uso de máscaras. Brasil ultrapassou a marca de 120 mil mortos e chega cada vez mais perto de registrar 4 milhões de casos de Covid-19. “A banalização da tragédia é comum no Brasil. Na Covid-19 isso é muito perigoso, porque o número de óbitos pode aumentar de forma trágica”, alerta Alexandre Naime, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia
  • No marco simbólico da tragédia da pandemia no país, presidente Bolsonaro voltou a causar aglomerações, sem máscara, e a colocar em risco a vida de brasileiros. Levantamento feito pela Rede de Pesquisa Solidária aponta que o governo federal deixou de coordenar uma política nacional sobre o uso de máscaras no país, e cuidou de enfraquecer até mesmo medidas que já estavam em curso nos estados. “A falta de fiscalização, de programas e da massificação das ações, além da desinformação, rebaixaram a importância do uso de máscaras e reduziram a capacidade de proteção da população mais vulnerável”, aponta levantamento. Brasil registra 3.683.224 casos da doença e 116.964 mortes
  • Com o agravamento da crise, famílias enfrentam impacto duplamente trágico: a perda de pais e avós e, com eles, a principal fonte de renda da família. Levantamento do Ipea aponta que cerca de 4 milhões de adultos e 1 milhão de crianças e adolescentes podem entrar na zona da pobreza com a perda de renda de idosos vítimas da Covid-19. Nesta terça-feira (25), o país ultrapassou a marca de 115.646 mortes e 3.636.167 milhões de infectados. “A doença afetou os idosos em duas vertentes: primeiro que eles morrem mais, segundo porque são os primeiros a perder o emprego por pertencerem ao maior grupo de risco de contrair o novo coronavírus”, diz Ana Amélia Camarano, autora do estudo