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mortes por Covid-19

  • Enquanto Bolsonaro utiliza a vacina como arma política, o Brasil registra o maior número de novas infecções desde julho – mais de 70 mil – e assiste a um aumento das mortes: 968 óbitos diários. Nesta quinta-feira (17), 183.959 mortes e 7.053.486 contaminações foram registradas. Atraso nas vacinações, somado ao fim do auxílio emergencial, agravará quadro de caos social e sanitário, alertam especialistas. Fiocruz prevê colapso do sistema de saúde após festas de fim de ano
  • Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 apresentado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta quarta-feira (16), não informa data de início para imunizações. Documento foi duramente criticado pelo deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), para quem a pasta da Saúde “transformou um momento ímpar da nossa história em um evento de fake news e de ausência de compromisso com a Ciência, com a vida e com as pessoas”. “O Ministério da Saúde precisava afirmar sobre a segurança e eficácia da vacinação, precisava se comunicar com o povo para apresentar informações diferentes do que o presidente Bolsonaro tem feito”, observou o ex-ministro da Saúde
  • Reportagem do diário americano detalha como a falta de planejamento, o negacionismo e o descaso com a vida por parte do governo de Jair Bolsonaro transformaram país em péssimo exemplo mundial na era do coronavírus. Sem coordenação, plano de vacinação “brinca com vidas”, diz jornal. “Bolsonaro rejeitou as evidências científicas, chamou o vírus de uma “gripezinha” que não justificava o fechamento da maior economia da região e repreendeu os governadores que impuseram medidas de quarentena e fechamento de empresas”, destaca o ‘Times’
  • Os dois países pagam um alto preço pela liderança de presidentes negacionistas, somando 476,2 mil vítimas fatais. Na quarta-feira (9), os EUA bateram mais um recorde e ultrapassaram a marca de três mil mortos por Covid-19 em um único dia. No Brasil, 21 estados e o DF bateram recorde com alta de óbitos. No total, o país registrou 848 mortes diárias. Enquanto isso, Bolsonaro delira ao afirmar que o Brasil está “vivendo um finalzinho de pandemia”
  • Especialistas alertam para o perigo da maior onda de contaminações no país desde a chegada do vírus, em fevereiro. “Todos nós queremos estar com nossos entes queridos durante as próximas festas, mas não devemos ser complacentes”, adverte o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus. Infectologistas criticam presidente Jair Bolsonaro, que continua trabalhando pela livre circulação do vírus. Nesta segunda (7), o Brasil ultrapassou 177 mil mortes e 6,6 milhões de casos da doença
  • Alta de infecções no País, que ocupa o 3º lugar no mundo em número diário de transmissões, volta a pressionar sistema de saúde, com aumento da ocupação de leitos. Estado de São Paulo retorna à ‘zona amarela’ e novas restrições e medidas de distanciamento. “O Brasil precisa levar muito, muito a sério esses números [de novos casos]. É muito, muito preocupante”, alerta o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus. Nesta terça-feira (1º), o Brasil registra 6,3 milhões de casos e 173.229 mortes
  • Reportagem destacada em manchete na edição desta quarta-feira da ‘Folha’ (25) revela que o governo federal não executa verbas de combate à pandemia, segundo relatórios da Câmara. Recursos seriam usados para, entre outras ações, contratação de médicos, reestruturação de hospitais e compra de testes para presídios. “Alguns ministérios não usaram nada da verba liberada para combate a Covid, apesar da urgência da crise”, criticou o senador Humberto Costa (PT-PE). Indagado sobre uma possível prorrogação do auxílio emergencial, Bolsonaro voltou a zombar da vida humana: “Pergunta pro vírus”. Costa reagiu: “Inescrupuloso!”
  • Um dia após a eleição americana, os EUA bateram recorde de novos casos de coronavírus, registrando 103 mil infecções e mais de mil mortes em 24 horas. Nesta quinta-feira (5), o país ultrapassou a marca de 240 mil mortos e se aproxima de 10 milhões de infecções, com 9,8 milhões de americanos contaminados. Especialistas preveem inverno “doloroso”. Na Europa, óbitos subiram 43% em sete dias. Brasil volta a registrar alto número de vítimas fatais na quarta-feira (4), quando foram computados 622 óbitos
  • Nesta segunda-feira (2), candidata da coligação “É a vez do povo” à prefeitura do Rio de Janeiro, Benedita da Silva prometeu testagem em massa da população e todo o esforço para adquirir vacina. “Sei qual é o tamanho da dor de quem perdeu pessoas queridas. Quero também fazer um agradecimento de coração a todos e todas profissionais de saúde que estão lutando para salvar vidas nesse momento difícil”, afirmou
  • Nesta segunda-feira (2), país tem 160,1 mil mortes confirmadas após oito meses de pandemia. O consórcio de veículos de imprensa também registrou 5,5 milhões de infecções por coronavírus. Em mais uma demonstração de desprezo pela vida humana, Bolsonaro afirma “não entender” medidas como ‘lockdown’, adotado no França. “Minha solidariedade à cada uma e cada um desses brasileiros que perderam seus entes queridos”, lamenta o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE)
  • Saúde reduz aplicação de testes em momento crucial da pandemia e país segue no escuro em relação à escalada do surto. Brasil tem 5,4 milhões de casos de Covid-19 registrados e 158,4 mil óbitos nesta quarta-feira (28). Média móvel de mortes ainda continua no elevado patamar de 430 óbitos diários. Na Europa, explosão de casos força ‘lockdown’ na França e na Alemanha.
  • Reportagem especial do diário americano relembra como atitudes dos dois líderes de extrema direita permitiram a rápida disseminação do vírus nas Américas, provocando milhares de mortes. “Os dois presidentes expulsaram 10 mil médicos e enfermeiros cubanos, cortaram financiamento da principal agência de saúde da região [a Organização Pan-Americana da Saúde] e promoveram erroneamente a hidroxicloroquina como cura”, aponta o tradicional jornal novaiorquino