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SUS

  • Ex ministro da Saúde do governo Lula afirma que graças à resiliência do Sistema Único de Saúde o quadro brasileiro na pandemia não é mais grave. “Os 200 mil óbitos mostram que fomos derrotados por esse vírus, mas, sem o SUS, seria uma situação de barbárie social, o caos total”, afirma José Gomes Temporão, em entrevista ao ‘Globo’. “O Brasil é dos únicos países que conseguem em um único dia vacinar 10 milhões”. Enquanto isso, os EUA, que não dispõem de uma rede pública de saúde, atrasaram vacinações e correm risco de perder milhões de vacinas por incapacidade logística
  • Carta ‘Vacinar no SUS é um direito de todas e todos e um dever do Estado’ foi assinada por 29 instituições da área de saúde, entre elas o Conselho Nacional de Saúde (CNS). “Numa sociedade como a nossa, marcada por grotescas desigualdades sociais, é moralmente inaceitável que a capacidade de pagar seja critério para acesso preferencial à vacinação contra a Covid-19”, aponta a carta. “Bolsonaro atrasa a vacinação, favorecendo a rede privada. Paga com a vida quem não pode pagar pela vacina”, adverte Fernando Haddad
  • Após o recuo com a revogação do Decreto 10.530, que autorizava a realização de estudos para “parcerias” com a iniciativa privada – leia-se privatização – para a administração de Unidades Básicas de Saúde, presidente anuncia que pretende publicar nova versão do texto na próxima semana. “O decreto apresentado não trata de um modelo de governança, mas é uma imposição de um modelo de negócio”, denuncia o Conselho Nacional de Secretários de Saúde
  • Líder da extrema-direita diz a que veio: governar para os ricos e deixar o povo desprotegido durante a pandemia do coronavírus. PT faz a defesa do SUS e propõe suspender decreto presidencial que permite a participação da iniciativa privada nas Unidades Básicas de Saúde. Conselho Nacional de Saúde rechaça iniciativa do Palácio do Planalto, que amplia a destruição da saúde pública, encomendada por Paulo Guedes. Orçamento de 2021 perderá R$ 35 bilhões
  • Guedes e Bolsonaro propõem extinguir a estabilidade  no serviço público federal, mas não tocam nos supersalários do Judiciário e do Legislativo. “Proposta do Planalto protege os de cima e quer acabar com qualquer estabilidade de emprego”, critica Gleisi. O pior é a falácia sobre a necessidade da reforma e da comparação do número de servidores no Brasil e outros países. Estado brasileiro gasta três vezes menos que a média dos países desenvolvidos com funcionalismo