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Ação integrada do Governo protege mulheres: feminicídios caíram 24% em abril

Pacto Brasil e Operação Mulher Segura salvam vidas: 630 prisões foram realizadas; mais de 2 mil mulheres receberam atendimento

Políticas públicas de proteção às mulheres são prioridade para o Governo LulaFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As mulheres brasileiras podem viver com menos medo e mais proteção. A violência doméstica, por muito tempo tratada como um problema privado, é enfrentada pelo Governo Lula como prioridade. Dados divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) sobre a Operação Mulher Segura, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), que reforçam o êxito da atuação integrada das forças de segurança e da rede de proteção às mulheres.

Nas duas primeiras semanas de junho foram realizadas 630 prisões relacionadas à violência contra a mulher em todo o território nacional. Foram realizadas 218 atividades educativas presenciais e 95 ações em mídias sociais, alcançando diretamente 12.452 pessoas. Mais de 2 mil mulheres vítimas de violência receberam atendimento e acolhimento por meio da rede de proteção.

Os resultados coincidem com a implementação do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, que conta com a coordenação da primeira-dama, Janja Lula da Silva. Lançado pelo Governo Federal em fevereiro deste ano, e com a ampliação das ações integradas de prevenção e repressão à violência contra a mulher conduzidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Pela vida das mulheres

O número de vítimas passou de 262 para 232 mulheres assassinadas em razão da condição de gênero, o que representa 30 vidas preservadas em relação ao ano anterior. A redução foi especialmente significativa em abril. O total de feminicídios caiu de 142 para 108 casos, uma diminuição de 23,94%.

A iniciativa foi ampliada após os resultados positivos da primeira edição, realizada entre fevereiro e março deste ano, quando mais de 6 mil agressores foram presos em todo o país.