Lideranças mundiais repudiam ataques de Bolsonaro à Bachelet

Documento do “Grupo de Puebla” condena falas de Jair, que defendeu golpe militar no Chile e atacou pai da ex-presidenta do país, morto pelo regime Pinochet

Ao mesmo tempo que não realiza nada para melhorar o Brasil, Bolsonaro mostra cada vez mais sua face cruel e autocrata, colocando o Brasil em rota de colisão com diversos países e entidades internacionais. Depois de atacar diretamente lideranças mundiais, dar declarações preconceituosas contra países e até fazer comentários machistas sobre Brigitte Macron, agora é a vez da alta Comissária pelos Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet.

Nesta quarta-feira (4), em mais um arroubo autoritário, ele atacou Alberto Bachelet, assassinado pela Ditadura de Augusto Pinochet, considerada uma das ditaduras mais sanguinárias da América do Sul que durou 17 anos, exilou mais de 200 mil pessoas e matou mais de 40 mil pessoas.

O Grupo de Puebla lançou nota de repúdio à declaração subscrita por Fernando Haddad, Alberto Fernández (candidato à Presidência da Argentina),  Daniel Martínez Villami (candidato presidencial no Uruguai), José Luís Rodirgues Zapatero (ex-primeiro ministro da Espanha), Celso Amorim, Aloizio Mercadante, Ernesto Samper (ex-presidente colombiano e secretário-geral da Unasul), dentre outros.

O documento denuncia “as vergonhosas agressões, que demonstram, mais uma vez, que Bolsonaro é incapaz de conviver de forma civilizada e democrática, com a comunidade internacional” e afirma, ainda, que Bolsonaro é “um notório defensor das ditaduras, da tortura e do extermínio de opositores democráticos”.

Baixe a nota na íntegra aqui

 

Da Redação da Agência PT de Notícias

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