Com a participação de aproximadamente 400 mulheres, foi lançado na última quarta-feira, 6, na sede nacional do PT, o Comitê Nacional Mulheres com Lula. A plenária de lançamento ocorreu em formato híbrido e marca o início da organização dos comitês de mulheres nos territórios.
O encontro reuniu lideranças políticas, militantes e pré- candidatas, além da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, presente na atividade. Durante a plenária, foi realizada a leitura do documento-base que oficializa a criação do Comitê Nacional e orienta a construção da rede de mobilização em todo o país.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou que a participação feminina é decisiva para fortalecer a democracia e ampliar a presença das mulheres nos espaços de decisão. “Cada mulher que se organiza fortalece uma rede de participação, solidariedade e transformação. Esse comitê nasce para ampliar a voz das mulheres nos territórios e defender um projeto de país comprometido com a igualdade, a democracia e a justiça social.”
Para a secretária nacional de Mulheres do PT, Mazé Morais, o lançamento representa o ponto de partida para uma ampla mobilização popular. “O Comitê Mulheres com Lula nasce da força da organização coletiva. Reunir cerca de 400 mulheres de diferentes regiões do Brasil mostra que estamos prontas para fortalecer essa rede nos estados, municípios e bairros, dialogando com outras mulheres, defendendo direitos e ampliando a participação feminina na construção do Brasil que queremos.”
Danielle Ferreira, ativista da luta feminista, antirracista e em defesa do SUS e secretária de Movimentos Populares do PT Salvador, membro do Coletivo Nacional de Mulheres do PT, reafirmou que o lançamento do Comitê de Mulheres com Lula demonstrou a força das mulheres que seguirão nesta eleição na defesa de um país democrático e soberano.
“Sem essa garantia será impossível seguir constituindo direitos, protegendo mulheres e meninas e enfrentando à violência. As mulheridades que compõem o Brasil são pilar fundamental de organização e disputa dos rumos do nosso país, por isso é inegociável a ampliação da participação das mulheres através de campanhas sem fake news, de um programa de governo que represente a sua diversidade e proponha saídas para os desafios do bem viver.”
Mais do que um ato de lançamento, a plenária marcou o fortalecimento da construção de uma rede nacional de mulheres comprometidas com a mobilização popular, a defesa da democracia e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à igualdade de gênero.
Da Redação do Elas por Elas.