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campanha de vacinação contra Covid-19

  • Um ano após chegada da pandemia no país, negligência de Bolsonaro deixa um saldo de mortos que equivale a cinco vezes as vítimas da Guerra do Paraguai. “Tínhamos tudo para ter enfrentado de frente a pandemia e salvado vidas. Hoje temos 250 mil mortos e uma política genocida que nos coloca em um dos últimos lugares no combate mundial à pandemia”, lamenta o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP). “Todo o mundo vai testemunhar a devastação épica que o SARS-CoV-2 pode causar quando nada é feito de verdade para contê-lo”, adverte o neurocientista Miguel Nicolelis
  • Brasil ultrapassa 240 mil mortes com alto platô de mais de mil vítimas fatais diárias por quase 30 dias, enquanto o mundo apresenta queda de 10% de óbitos na última semana, segundo a OMS. Estados sofrem por falta de vacinas e variação do vírus ameaça controle do surto. “Manaus tem o potencial para se tornar um risco global”, alerta a especialista da OMS, Cristiana Toscano. Confederação Nacional dos Municípios (CNM) pede demissão de Pazuello
  • Em sessão no Senado, ministro da Saúde volta a admitir despreparo ao afirmar que o  governo terá “muita dificuldade de coordenar as ações” no país. Plano de vacinar toda a população até o fim do ano não detalha cronograma nem quais imunizantes serão utilizados. Senador Rogério Carvalho (PT-SE) criticou duramente a morosidade da Saúde no processo.”O risco é, ao demorar ao vacinar, já ter uma cepa não suscetível à vacina”, cobrou o senador. País pode demorar até quatro anos para concluir imunizações, apontam especialistas
  • Pelo terceiro final de semana consecutivo, militantes das frentes populares, partidos de oposição, centrais sindicais e movimentos sociais tomam as ruas e as periferias de capitais e cidades brasileiras para protestar contra o governo Bolsonaro. Desta vez, o objetivo central da mobilização nacional é levar solidariedade e apoio à população mais vulnerável que sofre com os efeitos da pandemia e da crise econômica que aflige o Brasil
  • “A distribuição equitativa das vacinas COVID-19 pelos países é mais do que um imperativo moral: é a única maneira de resolver a emergência de saúde pública mais urgente de nosso tempo”, afirma secretário-geral Jagan Chapagain. Relatório da organização revela que, desde o início das imunizações, quase 70% das doses foram aplicadas nos 50 países mais ricos do mundo. No fim da fila, Brasil corre risco de ficar sem cobertura vacinal. Pazuello terá de explicar no Senado péssima atuação do governo, que até agora só imunizou 1,44% da população
  • A mobilização é iniciativa dos partidos de Oposição, frentes populares, centrais sindicais e movimentos sociais. “Sábado é o dia de de prestar solidariedade ao povo e de lutar por renda emergencial. Então, na sua cidade procure se organizar com os movimentos sociais, com as igrejas para estar nas periferias, principalmente das grande cidades, levar solidariedade ao povo”, convoca a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). “E, é claro, nunca esquecer: Fora, Bolsonaro!”, lembra
  • Retirada de exigência da fase 3 de testes no país pela Anvisa, nesta quarta-feira (3), é decisiva para a liberação do uso emergencial da vacina russa. O fim do entrave é uma reivindicação do governador da Bahia, Rui Costa, e de autoridades de saúde. ”É uma vitória importante nesta nossa luta para garantir mais doses para vacinar brasileiros e brasileiras”, comemorou Rui Costa. Sputnik tem eficácia de 91,6% contra o vírus da Covid-19
  • Estudo publicado na prestigiada revista científica ‘Lancet’ confirmou boa resposta imunológica após testes feitos com 20 mil voluntários. Em um cenário incerto para uma cobertura vacinal em massa no país, cresce a pressão para que a Anvisa libere o uso emergencial do imunizante russo. “Alemanha e Inglaterra já estão analisando a vacina Sputnik V. Por aqui, a Anvisa continua com exigências burocráticas, dificultando o processo para aquisição da vacina, enquanto milhares de pessoas morrem diariamente no Brasil” cobra o governador da Bahia, Rui Costa
  • “A burocracia não pode ser mais importante que salvar vidas”, cobra o governador da Bahia. Na segunda-feira (25), a Anvisa informou o Supremo Tribunal Federal que não pode liberar o uso emergencial do imunizante russo sem aval técnico do órgão. Argentina, Bolívia, Venezuela, Paraguai e México estão entre os países que assinaram acordo para o uso da Sputnik V.
  • Imunizante Soberana 02, produzido pelo Instituto Finlay passa pela fase 2 de testes, com 900 voluntários vacinados em Havana na segunda-feira (18). Países como Vietnã, Irã, Venezuela, Paquistão e Índia já demonstraram interesse na compra da vacina. “Não somos uma empresa multinacional na qual o retorno [financeiro] é a razão número um. Trabalhamos diferente, nossa prioridade é a saúde”, afirma o diretor do instituto, Vicente Vérez
  • Em resposta à liminar apresentada pelo governo da Bahia, que tem pressa na aquisição de 50 milhões de doses da vacina russa contra a Covid-19 para o Consórcio Nordeste, ministro Ricardo Lewandowski dá 72 horas para a agência detalhar relatório sobre imunizante. “É com indignação que assistimos à incapacidade do governo federal de autorizar e comprar outras vacinas contra a Covid-19 como a Sputnik V, que está prestes a ser aprovada também pela agência europeia”, reagiu o governador Rui Costa
  • País dispõe de doses para vacinar 4% dos grupos prioritários, com o primeiro lote garantindo a imunização de 2,8 milhões de pessoas. “Infelizmente, como o colapso estarrecedor e sem precedentes ocorrido na cidade de Manaus ilustrou de forma explícita, o Brasil vai precisar de muito mais do que vacinas eficazes e seguras contra a Covid-19 para escapar dos múltiplos colapsos”, alerta o coordenador do Comitê Científico do Consórcio Nordeste, Miguel Nicolelis, que defende a adoção urgente de um ‘lockdown’
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