Em artigo, Dilma rebate editorial fraudulento da ‘Folha’
Em artigo, ex-presidenta condena comparação entre anulação das condenações de Lula e plano do ex-senador Jucá de “estancar sangria” da Lava jato
Em artigo, ex-presidenta condena comparação entre anulação das condenações de Lula e plano do ex-senador Jucá de “estancar sangria” da Lava jato
A ex-presidenta Dilma Rousseff foi entrevistada nesta segunda-feira, 1º de março, no programa Pauta Brasil pelos jornalistas Renato Rovai, Kiko Nogueira e Leonardo Attuch, num pool de transmissão entre várias páginas na internet
“É uma atitude genocida, pois acrescenta ao desprezo pelas medidas para barrar as doenças e as mortes a chantagem, com o objetivo de impedir que os governadores o façam”. denunciou a ex-presidenta Dilma Rousseff. “Estamos em vias de um colapso nacional na rede hospitalar e, é necessário, então, uma ação nacional”, cobrou o governador do Piauí, Wellington Dias.
No dia 24 de fevereiro de 1932 as mulheres brasileiras ganharam o direito ao voto, o que mudou desde então?
Partido reafirma posição de maior liderança popular de esquerda da América Latina e assume tarefa de levar adiante uma agenda para o desenvolvimento nacional e de oposição ao governo fascista de Bolsonaro. “Nós não temos o direito de nos iludir com a brutalidade das elites desse país, não podemos esquecer que Lula é e continuará sendo seu maior pesadelo e que tudo farão para tentar adiar o reencontro do povo brasileiro com seu maior presidente, nosso grande líder político”, disse a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann. “O PT tem que compreender que o povo brasileiro precisa mais de nós do que em qualquer outro momento histórico”, afirmou Lula, em seu discurso
O Partido dos Trabalhadores completa seus 41 anos e durante esse percurso, a história das mulheres petistas pode ser considerada a história do próprio Partido dos Trabalhadores.
Pela primeira vez na história, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Vana Rousseff abriram as portas do Poder Central para os mais pobres, os desvalidos e os excluídos. Moveram as placas tectônicas das relações de classe e demonstraram cabalmente como governar sem distinções de qualquer tipo
Há 41 anos nascia o Partido dos Trabalhadores, movido pelo desejo de lideranças sindicais, intelectuais, artistas, ativistas religiosos e militantes políticos que retornavam ao país após longos anos de exílio e de perseguição pela ditadura militar e que decidiram pela criação e construção de uma organização partidária que agisse em defesa dos interesses e das lutas da classe trabalhadora brasileira. Paralelamente a esse movimento surgia também no país um novo modelo de sindicalismo, combativo e independente que culminaria na fundação da CUT e de outras entidades de classe.
O PT comemora seus 41 anos com evento online com coordenação do ex-presidente Lula, da presidenta do partido, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) e do ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. A ex-presidenta Dilma Rousseff, os governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos e vereadores também participam da programação. Da mesma forma, a Fundação Perseu Abramo, o Instituto Lula, e Comitê Lula Livre, intelectuais, artistas e lideranças sindicais, estudantis e populares que atuam nas diferentes frente de luta do partido estão representadas no evento. Veja a programação completa, que se estenderá até o dia 27
Um necessário giro estratégico para derrotar o neofascismo e o ultraliberalismo
O manifesto consiste em 28 critérios centrais para o estabelecimento de um modelo solidário, que destaca a recuperação do papel fundamental do Estado, a constituição da saúde como bem público global e o acesso livre à informação. O encontro será transmitido ao vivo pelo canal da Fundação Perseu Abramo no YouTube e por sua página no Facebook
“Miriam Leitão sabe disso, mas finge ignorar. Sabia disso, na época, mas atuou como uma das principais porta vozes da defesa de um impeachment que, sem comprovação de crime de responsabilidade, foi um golpe de estado”, afirma Dilma Rousseff, em nota publicada em seu blog neste domingo, 24
Em carta endereçada ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional, 23 vítimas da tortura na ditadura militar cobram providências das instituições democráticas contra agressão de Jair Bolsonaro. Entre as signatárias, Maria Amélia de Almeida Teles, Eleonora Menicucci, Iara Seixas e Lenira Machado. “Não permitiremos que nosso país mergulhe de novo no fascismo e no obscurantismo”, apontam