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Sistema Único de Saúde

  • Em resposta ao caos econômico e sanitário causado pelo desgoverno Bolsonaro, Setorial Nacional de Saúde e Comissão Executiva do partido apresentaram conjunto de medidas para enfrentar crise no último dia 22. “O orçamento federal falha na obrigação de manter e ampliar equipes de saúde, abastecer as redes e fortalecer o parque industrial nacional para produção de vacinas em quantidade suficiente para atender toda a população e isola-se no campo internacional no momento em que o mundo se une para sobreviver a pandemia”, aponta nota técnica
  • Ex ministro da Saúde do governo Lula afirma que graças à resiliência do Sistema Único de Saúde o quadro brasileiro na pandemia não é mais grave. “Os 200 mil óbitos mostram que fomos derrotados por esse vírus, mas, sem o SUS, seria uma situação de barbárie social, o caos total”, afirma José Gomes Temporão, em entrevista ao ‘Globo’. “O Brasil é dos únicos países que conseguem em um único dia vacinar 10 milhões”. Enquanto isso, os EUA, que não dispõem de uma rede pública de saúde, atrasaram vacinações e correm risco de perder milhões de vacinas por incapacidade logística
  • Carta ‘Vacinar no SUS é um direito de todas e todos e um dever do Estado’ foi assinada por 29 instituições da área de saúde, entre elas o Conselho Nacional de Saúde (CNS). “Numa sociedade como a nossa, marcada por grotescas desigualdades sociais, é moralmente inaceitável que a capacidade de pagar seja critério para acesso preferencial à vacinação contra a Covid-19”, aponta a carta. “Bolsonaro atrasa a vacinação, favorecendo a rede privada. Paga com a vida quem não pode pagar pela vacina”, adverte Fernando Haddad
  • Após o recuo com a revogação do Decreto 10.530, que autorizava a realização de estudos para “parcerias” com a iniciativa privada – leia-se privatização – para a administração de Unidades Básicas de Saúde, presidente anuncia que pretende publicar nova versão do texto na próxima semana. “O decreto apresentado não trata de um modelo de governança, mas é uma imposição de um modelo de negócio”, denuncia o Conselho Nacional de Secretários de Saúde
  • “A perda prevista para 2021 deve interferir de forma drástica em inúmeras ações do Sistema Único de Saúde, visto que haverá demanda reprimida diante da pandemia, além da ausência de recursos para manutenção do legado adquirido”, alerta a Comissão de Orçamento e Financiamento (Cofin) do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Propaganda enganosa do Ministério da Saúde omite baixa execução orçamentária de recursos emergenciais para o combate à pandemia. Há recursos não empenhados desde abril
  • Proposta orçamentária de 2021 será entregue ao Congresso Nacional no fim do mês e retoma Teto de Gastos estabelecido pela Emenda 95, responsável pelo corte de R$ 20 bi entre 2018 e 2020. Petição Pública lançada pelo Conselho Nacional de Saúde defende um piso emergencial de R$ 168,7. “Reconhecer a importância do SUS requer, no curto prazo, a aprovação de um piso emergencial para 2021 que evite perdas bilionárias”, afirmam especialistas. Em função da pandemia, o país necessita de mais serviços públicos de saúde, tanto por razões sociais como econômicas, justificam. “O Congresso Nacional não pode ficar de costas para os anseios da sociedade”, alertam Bruno Moretti, Carlos Ocké e Francisco Funcia, em artigo
  • Em coletiva, ministro da Saúde afirma que irá conversar com o setor hospitalar privado quando a situação chegar ao “limite”. Sociedade civil pressiona por liberação de leitos privados. Especialistas da Unicamp e da Fiocruz alertam: “Situação de emergência sanitária requer atuação da autoridade pública para salvar vidas”
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